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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Muito antes do Led Zeppelin: A origem da guitarra gêmea

Poucas são as bandas que possuem tamanha fama por controvérsias. Entre acusações de plágio, orgias sexuais e religiosidade satânica, Led Zeppelin foi mestre em incorporar elementos já existentes e transforma-los em algo seu. Vejamos então o que podemos desvendar em relação algumas imagens clássicas do Led Zeppelin.
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Controvérsias em Relação ao Led Zeppelin - Parte 1
A Origem da Guitarra Gêmea
Alguns dias atrás, um leitor perguntou se a guitarra gêmea do Jimmy Page é invenção dele. De fato, a imagem de Page com aquela roupa preta e sua a guitarra  gêmea, como no filme The Song Remains The Same (Rock É Rock Mesmo) é tão forte e tão simbólico, que fica até perfeitamente aceitável a duvida. Contudo, a resposta evidentemente é não. A guitarra gêmea não é uma invenção de Jimmy Page, nem tão pouco é o Page o primeiro a usá-lo. A primeira vez que se usou uma guitarra gêmea, ou seja, uma guitarra com dois braços e que é essencialmente duas guitarras em um só corpo, foi em 1955.
guitarra  gêmea nasceu, aliás, trigêmea e era feita de madeira maciça, pesando quase quatorze quilos, razão pelo qual teve que ser redesenhada, transformando-se então em guitarra gêmea. A historia que eu conheço é a seguinte. A invenção foi de Semie Moseley, um jovem luthier que trabalhava para a fabrica Bigsby de guitarras. Moseley queria trabalhar por conta própria e sabia que se conseguisse que um figurão passasse a usar uma guitarra  sua, ele teria retorno com a divulgação de seu nome para poder montar seu negócio. Ao assistir na televisão um programa musical chamado Town Hall Party que tinha o músico Tex Ritter como apresentador, Moseley ficou impressionado com o guitarrista de country, Joe Maphis. Estando em Los Angeles da década de cinqüenta, Semie Moseley conseguiu junto com um pastor amigo, o contato para conhecer no estúdio de TV, este guitarrista.
Caso nunca terem ouvido falar de Joe Maphis, ele é considerado um dos guitarristas de country, folk e bluegrass mais influentes da música americana, atrás possivelmente apenas de Merle Travis e Chet Atkins. Trabalhou como músico de estúdio com praticamente todo mundo do meio country até o fim da vida. Dizem que antes de Joe Maphis, era a rabeca - o chamado violino caipira, o instrumento mais importante do country. Foi Maphis, na década de trinta que passou a transpor solos de violino para o violão e com isto aumentar a atração para o instrumento. Em dez anos, seu estilo estava sendo copiado por gente como Merle Travis, Chet Atkins e Jimmy Bryant. Em vinte anos seria Cliff Gallup e Eddie Cochran os que estariam tentando adaptar o som de Maphis para o rock emergente.
Maphis ficara basicamente em Virginia fazendo programas de rádio até a década de cinqüenta quando então seguiu o conselho do amigo Merle Travis e buscou fortuna na California com sua futura esposa Rose Lee, que também cantava e tocava o violão. Com sua agilidade e destreza, Joe Maphis rapidamente se tornou um dos músicos mais requisitados de Los Angeles. O que nos leva de volta para o programa de televisão Town Hall Party.
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Semie Moseley chegou e logo ofereceu sua guitarra trigêmea, para o músico. Esta guitarra tinha um baixo, uma guitarra normal de seis cordas e um bandolim, uma oitava acima. Maphis explicou que dado o próprio peso do instrumento, ficava impraticável toca-lo em pé. Ofereceu então sugestões para deixa-lo um pouco mais oco por dentro e portanto mais leve, concluindo que uma guitarra gêmea possivelmente seria um formato mais ideal. Desta maneira, Joe Maphis ganhou o primeiro modelo protótipo da guitarra gêmea que se tem notícia. Sua habilidade e velocidade impressionante fez com que Maphis conseguisse pular de um braço para o outro, conseguindo assim uma gama de variações sonoras inimagináveis até então. A música country começaria a mudar, novamente seguindo o seu exemplo.
Coincidentemente nesta época no programa Town Hall Party, havia outro guitarrista que ficaria famoso por usar uma guitarra gêmea. Isto porque ele estava ao lado de Maphis quando Moseley chegou com o instrumento novo. Veja bem, o programa apresentava regularmente outros talentos musicais e entre os convidados mais consistentes do programa estava uma dupla de irmão/irmã chamado The Collins Kids.
A historia do Collins Kids é curiosa, pois eles estão se tornando uma figura cult relativamente bem conhecidos nos Estados Unidos e Europa agora, a partir da década de noventa, muito graças a internet. Mas sua estória musical profissional espana menos de dez anos entre 1954 e 1962. Nascidos e criados em Pretty Water, cidade de Oklahoma, a menina Lorrie Collins passou a chamar atenção pela bela voz que tinha, passando a cantar em feiras do condado. O seu irmão Larry Collins, dois anos mais novo, passou a dominar o violão e a dupla Collins Kids nasceu. Em 1947, para não privar o seus filhos de uma chance na vida artística, seu pai é convencido pela esposa a vender sua fazenda leiteira e todas as suas vacas para se mudar para California com a família.
Incrivelmente como possa soar, Larry Collins aos onze anos de idade e Lorrie Collins aos treze anos, estavam chamando muita atenção em Los Angeles por tocar rockabilly em 1954, um gênero que não chegaria no oeste até 1957. Conseguem um contrato com a Columbia Records e um spot semanal no programa televisivo Town Hall Party. Apesar da pouca idade, a dupla impressionava, tanto pela voz "bluesy" de Lorrie quanto pelas palhetadas hábeis do menino Larry. Todavia, por causa da pouca idade, jamais foram inteiramente levados a sério pelo grande público. Isto não inibiu Larry de tocar com gente como Joe Maphis e Merle Travis ou de Lorrie cantar dueto com gente como Willie Nelson.
Joe Maphis respeitava tanto o potencial deste menino, que passou a lhe ensinar como se desenvolver mais no instrumento, o que fortificou ainda mais os credenciais de Larry. Joe Maphis e Larry Collins por vários anos trabalharam ocasionalmente juntos, e gravaram vários discos oferecendo duelos interessantes em vinil. Curiosamente, foi somente depois que Maphis passou a trabalhar com o menino Collins que seu estilo passou a incorporar mais elementos do rock, a ponto de Maphis na década de sessenta poder permanecer com um som atualizado, o que levou ele a receber um convite para gravar com os Beach Boys.
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Diferente de Joe Maphis que usaria sua guitarra gêmea apenas em algumas músicas, Larry Collins assumiria o seu instrumento como marca registrada de sua imagem e som. Pois um mês depois de Semie Moseley entregar a primeira guitarra gêmea para Maphis, ele criou um modelo menor e ainda mais leve para Larry Collins. Assim, Maphis e Collins criaram e gravaram diversos duelos incrivelmente instigantes, velozes e musicais. O auge da dupla foi entre os anos de 1957 e 1958. Depois o interesse foi desaparecendo até a Columbia abrir mão da dupla. Em 1962 Lorrie casou e a carreira dos Collins Kids chega a um fim. Larry Collins continuaria como um compositor de mão cheia tendo duas composições suas, "Delta Dawn" e "You're the Reason God Made Oklahoma,"nomeadas para o Grammy Awards.
Estes são então os dois primeiros músicos conhecidos, a tocar uma guitarra gêmea profissionalmente.
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Todavia, só com o intuito de instigar um pouco a imaginação, existiu em 1947 um músico chamado Slim Idaho, do qual pouco se sabe a respeito. Este rapaz tocava em um programa de rádio (o mesmo que tocara Joe Maphis em Virginia) usando uma espécie de bandolim trigêmea. O curioso instrumento e o artista podem ser vistos nesta foto ao lado. Existem gravações da qual Slim Idaho participou. O único exemplo que eu encontrei foi o compacto dos Cowboy Copas que inclui a participação de Slim Idaho nas canções "Jamboree" e "I’m Tired of Playing Santa Claus" lançado pelo selo King Records. Se estiver inclinado a procurar, boa caça...


Fonte: Muito antes do Led Zeppelin: A origem da guitarra gêmea http://whiplash.net/materias/pedepagina/000180-ledzeppelin.html#ixzz2svrxILgh

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Plug in VST X Amp real



Com o avanço da tecnologia (se bem que computador não e uma coisa nova),  permitiu para nós guitarristas ter um orange ou um marshall em um simples em um Vst para computador.
Hoje existem vários, os mais utilizados são guitar rig,amplitube.... Não só existem software desse tipo para guitarra como também para baterias e teclados midi.
Tudo vai depender de qual interface você utiliza quanto mais top a interface mais fiel e o som, muitas bandas optam por gravar músicas nesses Vst por ser práticos e fáceis de usar.
Mas e ai que surge a duvida qual tem o melhor som o amp real ou o virtual?
E uma questão bem difícil de responder como já dito tudo vai depender do seu equipamento ,  ao vivo e claro que um bom valvulado faz a diferença.
Algumas simulações são mais fechadas em alguns amps, tenho a sensação que falta um reverb próprio do amplificador que o Vst não tem.

Alguns vídeos retirados do you tube comparando ambos:








domingo, 5 de janeiro de 2014

Como é o contrato com uma gravadora.

Você tem uma banda independente de rock? Nessa matéria explicamos os principais problemas ao assinar um contrato com alguma grande gravadora.
Um típico contrato é mais ou menos assim:
1 - A gravadora dá uma entrada de U$ 250 mil para os artistas gravarem um álbum.
2 - Os artistas gravam o álbum.
3 - Supondo que o álbum venda 500 mil cópias a U$10 cada, gerando U$5 milhões, a gravadora tira uma fatia desse valor, geralmente 85% das vendas totais, deixando U$750 mil para os artistas.
Mas antes dos artistas receberem esse dinheiro, a gravadora retira o valor dado de entrada (U$250 mil).
Além disso, a gravadora retira outros valores como:
Custos de gravação (U$300 mil);
Custos para videoclipes (U$300 mil);
Suporte para tours (U$250 mil);
Isso deixa a banda com um débito de U$425 mil dólares com a gravadora.
E esse valor é carregado para o próximo álbum. E depois para o próximo, e o próximo, e o próximo.
Outros itens escondidos que os contratos incluem são:
Custos com embalagem, que tomam cerca de 25% do artista. Conhecidos como royalties pagos pelas ‘caras’ embalagens de CD e arte. Esse custo também é adicionado ao empacotamento de arquivos digitais, onde embalagens não existem.
10% dos custos vão para custos de materiais quebrados durante envios. Esse custo começou na era dos vinis e continuou quando os CDs os substituíram.
E ainda é aplicado a downloads digitais.
Os 10% de dedução com itens gratuitos é um sistema antiquado onde compradores adquirem 100 álbuns, mas são dados 10 itens sem custo. Como os artistas somente são pagos com itens vendidos, eles não são compensados por isso.
Essa prática ainda existe mesmo num mercado dominado por mídias digitais. Artistas geram tanto dinheiro para tantas pessoas que nem fazem parte do processo de criação.
Video original em inglês:




Fonte: Blog Verdade Mística: Porque não assinar com uma gravadora http://whiplash.net/materias/opinioes/195091.html#.UsnDpNJDsSU#ixzz2pYiQZyiu

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Guitarra Mitos.

                         Guitarra os Mitos:  

1- E verdade que quando mais pedaços de madeira uma guitarra tem pior e o som? :
Mentira: As Gibson, Fender e outras marcas antigamente costumavam ser feitas com três pedaços de mogno ou mais, isso só vai diminuir o sustain da guitarra. Mas e a magia das Gibson e Fender ? Se dá pela qualidade da madeira da guitarra no caso das Gibson e recolhido o melhor mogno para as custom shop e outro razoável para os demais modelos, isso acontece em outras marcas de guitarras também.

2- Existe melhor guitarra? :
Não: Cada guitarra se adapta melhor ao seu estilo, se você comprar uma Fender e achar que ela e " a guitarra " ela e a melhor do mundo pra você, no mesmo caso uma tonante se curtir o som ela vai ser a melhor guitarra do mundo, basta gostar do som, pesquise antes de comprar um instrumento.

3- Eu quero tirar o som do Slash com esse equipo eu consigo? :
Depende: Se você tem um amplificador e uma guitarra baratos nunca vai conseguir chegar perto do som do slash ou outro guitarrista que goste, o equipo não vai fazer milagres, agora com um Marshal AFD e uma Gibson Les Paul a coisa e outra, e detalhe mesmo com os melhores equipamentos disponíveis tem que saber regular o amp como o ganho, o volume e tone da guitarra, não e só plugar e sair tocando.
Acredite encontra-se muito timbre um tone de uma guitarra de respeito.
OBS: não gosto do Slash só citei porque ele e modinha.

4 - Um cabo mais caro e melhor? :
Sim: Já deve saber disso, um cabo com custo alto e produzido com peças e mão de obra de maior qualidade do que outro de baixo custo nota-se quando liga ao amplificador com um cabo barato o ruído vai ser insuportável dependendo do amp e da guitarra que você usa, já com um cabo de qualidade poderá extrair um timbre melhor.

5- Qualquer um pode aprender a tocar guitarra:

Sim: E verdade que muitos já nascem ou tem uma dificuldade menor do que os outros, mas todos que querem e se persistir um dia aprenderão a tocar. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Os Melhores de 2013.


 O ano chega ao fim e vou listar quais foram os equipos mais acessíveis desse ano, se bem que a palavra "BRASIL" e "ACESSÍVEIS" não se Casam bem.
Se você deseja comprar algum desses equipos ainda dá tempo o ano não terminou.


Amplificadores:

Como sempre nenhum amp importado vale o que cobram aqui no Brasil, por isso estou dando importância as marcas nacionais.

Pedrone pegasus 18 +:



Por o baixo preço e pelas boas especificações este e o amp do ano, ele tem 2 canais que são os Plexi , e JCM da lendária marca Marshal, com 2 válvulas EL84 e 4 válvulas 12AXTWA ambas da Sovtek.
A conclusão e que se consegue chegar perto de um timbre de um Marshall com esse amp.


http://www.pedroneshop.com/pegasus18.html#

Guitarras:

Les Paul:

Vintage AFD paradise:



Muito se falou dessa guitarra nesse ano, e de tanto se falar o preço aumentou muito, talvez em 2014 já esteja nos R$: 2,500.
Como um les paul de verdade tem corpo e braço em mogno( não e chinês)  ferragens e tarraxas wilkinson, captadores em alnico V, certamente venceu a disputa com as epiphone.

Stratocaster:

Vintage VM6R:



Não tão popular como a Paradise e por não ser tão popular o preço e outro muito mais em conta, as ferragens são todas da wilkinson como todas as guitarras da vintage ,e o corpo e em alder.


Fender RoadHouse:
Guitarra Fender Deluxe Roadhouse Stratocaster Vintage White
Já para aqueles que procuram uma fender esta e uma boa opção com as caracteristicas classicas de uma fender e captadores Texas special por um preço legal.

SG:

Vintage VS6:

Umas das melhores SG custo X beneficio disponíveis no mercado, você decide qual compra a vintage ou a epiphone.

Telecaster:


Vintage V62: 



Corpo em alder americano e ferragens wilkinson, realmente não sei se o alder e americano mas se for e melhor que as tele da squier.


Corpo em alder americano e ferragens wilkinson, realmente não sei se o alder e americano mas se for e melhor que as tele da squier.



Pedais:

Gritto:

Uma marca Brasileira com ótimos pedais, variados preços, o design dos pedais são surpreendentes.


Captadores:



Malagoli:


Captadores que se assemelham as marcas gingas com uma ótima qualidade de som e de construção consulte o site para ver os modelos disponíveis.



Cabos e  Acessórios:


Santo Angelo:


Uma empresa que cresce cada vez mais na produção de equipamentos musicais, os cabos hoje são de qualidade não são como antigamente e por um preço justo.
A unica coisa que não e boa são são captadores.

http://www.santoangelo.com.br/

Melhor blog:

Louco Por Guitarra :















Um blog que contem assuntos essenciais sobre guitarra, postagens bem feitas detalhando os diferentes assuntos sobre guitarras e seus afins.



Melhor Fórum

Cifra Club:

Para quem quer tirar suas duvidas sobre instrumentos e só visitar esse fórum.

Pessoas prontas para ajudar iniciantes e profissionais.

http://forum.cifraclub.com.br

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Fones de Ouvido: a história da reprodução musical

Surpreendentemente, nem todo mundo quer ouvir a música que você gosta. Elas podem perder a concentração e se irritar. O mesmo deve acontecer com você em relação ao gosto musical alheio por vezes. Por essas e muitas outras razões, os fones de ouvido são uma necessidade imperativa em nosso mundo. Muito tempo antes de Steve Jobs produzir earbuds brancos e Dr. Dre entrar no jogo, as pessoas já surravam seus canais auditivos. O texto abaixo explica, cronologicamente, como tudo aconteceu.
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1881 – Muito antes do MP3, dubstep e contas no Spotify, os fones de ouvido tinham muito pouco a ver com música. Nos anos 1880, os primeiros fones de ouvido [ou pelo menos seus ancestrais mais antigos] eram usados por telefonistas. Tratava-sede apenas uma saída, monaural, que se apoiava no ombro do usuário e pesava mais de 5 quilos [meio tipo que como se você colocasse um rádio grande no seu ombro].
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1895 – Graças ao sistema Electrophone, em 1895 as pessoas começaram a poder ouvir ao som insano de seus teatros de ópera locais do aconchego de seus lares. Assinantes desse caro serviço ouviam, através de fones que mais pareciam estetoscópios, à música que pessoas bastante corpulentas faziam em um palco a quilômetros de suas casas.
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1910 – Nathaniel Baldwin começou a fabricar o primeiro fone de ouvido moderno. Ele os produziu em sua cozinha e os vendeu todos para a marinha dos EUA. Essa foi a primeira vez em que um par de latas pareceu com algo que você vê hoje. Baldwin nunca os patenteou, contudo.
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1937 – O modelo DT-48 da Beyerdynamic tornou-se o primeiro fone de ouvido dinâmico a chegar ao mercado. Apesar de ele ter saído algumas décadas antes dos fones eletroestáticos surgirem, esse foi um enorme salto à frente na evolução do invento. Os fones de ouvido dinâmicos são, até hoje, o tipo mais popular do mercado.
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1949 – Concentrando-se no design, a AKG produziu seu primeiro par de fones de ouvido, o K120. Se eles voltassem a ser fabricados hoje, eles ainda venderiam muito bem. Esse modelo, assim com outros mais populares que o seguiram, foram o suficiente para fazer com que a AKG se desligasse do ramo de equipamento foto-cinematográfico e se focasse apenas no áudio.
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1958 – John C. Koss mudou o conceito de fones de ouvido de um modo que deixaria Dr. Dre com inveja. Em 1958, Koss criou os primeiros fones de ouvido estéreo [os Koss SP-3] e deslanchou um assalto aos canais auditivos da população. Ao longo das décadas seguintes, Koss dominaria a indústria de fones de ouvido, e ele fez tudo isso sem jamais ter pisado em uma faculdade.
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1959 – Em uma exposição em Tóquio, a Stax estreou o primeiro par de fones de ouvidos eletrostáticos do mundo. O modelo SR-1 começaria a ser produzido em massa um ano depois. Eles são extremamente raros hoje em dia, assim como um usuário de fones do presente que não sofra de perda auditiva.
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1968 – Uma década depois de apresentar o primeiro fone de ouvido estéreo, a Koss lançou o primeiro modelo eletrostático fabricado nos EUA. O modelo ESP-6 pesava cerca de 3 quilos, ou seja, não era como usar um par de earbuds, mas eram um enorme avanço se comparados às estrovengas criadas um século antes.
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1979 – Se você tivesse que escolher o acontecimento mais importante na história dos fones de ouvido, seria difícil bater o lançamento do Walkman da Sony. De repente, os fones de ouvido tinham que ser portáteis. Inclusos com a compra do primeiro Walkman estavam os fones MDL-3L2 e tudo que você precisava para andar por aí ouvindo seu cassete de “London Calling” estava ali.
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Anos 80 – Para o homem que não queria estragar seu penteado com o fone, os anos 80 ofereceram a primeira solução. Tanto o earbud como o fone ‘in-ear’ entraram em cena nos anos 80, apesar de não alcançarem seu pico de popularidade até que Steven Paul Jobs pusesse a indústria de cabeça pra baixo anos depois.
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1997 – Se você quisesse deixar seu cabelo impecável, mas também odiasse o fato de os earbuds não conseguiram isolar totalmente o som, a Sony achou que você poderia gostar de um par de fones que se apoiava na nuca. Não vingou.
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2000 – Bebês chorando e pessoas roncando alto finalmente acharam um adversário à altura quando a Bose concebeu a linha QuietComfort. Apesar de pilotos de avião já usarem tecnologia de cancelamento de ruído fazia décadas, agora os passageiros também podiam usufruir de considerável conforto em voos barulhentos [ou em frente da TV com uma esposa falante demais].
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2001 – O iPod mudou todo o universo da música. Tornou-se comum ver várias vezes por dia pessoas com um fio branco saindo de seus bolsos e indo até seus ouvidos. Desde seu surgimento em 2001 até hoje, mais de 300 milhões de iPods já foram vendidos com seus respectivos pares de earbuds.
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2008 – O rapper Dr. Dre e Jimmy Lovine juntaram forças, e junto com a Monster, criaram o modelo Beats By Dre. Desenhados para reforçar as frequências graves e com qualidade de áudio otimizada [não que essa última tenha sido necessariamente atingida]. A linha Beats logo abocanhou uma grande fatia do mercado e agora aparece nos ouvidos de quase todo jogador da NBA quando eles saem do ônibus em direção ao vestiário.
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2012 – Fones de ouvido adquiriram contornos de estilo e moda tanto quando de qualidade de som. Isso ficou bastante evidente quando Lil Wayne apareceu trajando esse par de Beats de 1 milhão de dólares.


Fonte: Fones de Ouvido: a história da reprodução musical introspectiva http://whiplash.net/materias/curiosidades/192728.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook#ixzz2lPrhyZP2

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Popularidade ou Qualidade?

Popularidade ou Qualidade? Eis a questão


Qualidade,Qualidade,Qualidade....nunca compre uma guitarra pela popularidade isso vai te trazer prejuízos futuros.

menor post desse blog.

Mas compre pela qualidade nunca pela popularidade, para de ser piolho.