expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>
Mostrando postagens com marcador Guitarra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guitarra. Mostrar todas as postagens

sábado, 9 de novembro de 2013

Marca de guitarras fantásticas, que provavelmente você nunca ouviu falar !

Quando se fala e uma guitarra extremamente linda e bem feita o que vem na sua cabeça são as Gibson ou as Fender custom shop, mas vou listar aqui algumas marcas de guitarras espalhadas ao redor do mundo que não ficam atras de Gibson e Fender.

Pensa:







 Ficaram famosas nas mãos do guitarrista do Dire Straits, Mark Knopfler, são guitarras  custom shop de 6 mil dólares para cima,  feita nos Estados Unidos, Rudy Pensa foi o fundador da marca ele começou a construir guitarras e abriu a loja de guitarra Rudy´s music onde la vendeu as guitarras da Pensa e começou a fazer sucesso entre conceituados guitarristas, todas as guitarras são feitas de modo artesanal.
  E para você morrer de uma G.A.S vou disponibilizar o site e o facebook da marca com fotos de várias guitarras fodas:



Suhr:



 Essa já e um pouco conhecida aqui no Brasil, não sei se repararam  mas o modelo e até o headstock e bem parecido com as guitarras da Pensa, e porque John Suhr fundador da Suhr, junto com Rudy Pensa, fundaram a que antes da saida de John Shur se chamava "Pensa-Suhr", John saiu da Pensa e 1990 indo para a Fender custom shop onde se tornou um reconhecido luthier, logo depois ele fundou a sua própria marca de guitarras "Suhr" junto com Steve Smith.




Vigier:

Close window

Close window

Marca de guitarra Francesa, famosa por ter a guitarra fretless(sem trastes).
Fundada em 1980 por Patricie Vigier, a madeira das guitarras ficam sendo secas por um período de 3 anos, são também guitarras custom shop.





Charvel:


 Talvez você já conhece a americana charvel, pertence a fender hoje, a marca foi fundada por Wayne Charvel em 1974 no ano de 1978 Wayne Charvel vendeu sua marca para Grover Jackson, quando Grover J. construiu a flying v signature de Randy Rhoads, fundou a marca de guitarras jackson, posteriormente ele vendou a marca Charvel para a IMC (International Music Corporation) , que foram feitas exclusivamente no japão durante os anos de 1986 e 1991.
 Em 2002 foi comprada pela fender e a marca entrou em uma reformulação completa permanecendo até hoje sob os cuidados da fender.



Heritage:

H 150 VSB

H 157 ANT

Utilizados por artistas como Gary Moore e Alvin Lee, a Heritage e uma fabrica de guitarras americana.
 A historia da marca e bem interessante, foi fundada por ex funcionários da gibson, quando a gibson fechou sua fabrica em Kalamazoo, Michigan os funcionários não queria deixar de morar nas suas casas nesse lugar, decidiram fundar uma nova marca de guitarras.
Hoje a empresa faz guitarras de botique com o mesmo nível ou até melhor que as gibson e PRS que são suas  concorrentes nos EUA.



Music Maker





Marca brasileira de guitarras, Les paul e stratos fantásticas, visitem o site da marca e vejam:

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Esquema elétrico de Captadores.

Humbuckers

1 Humbucker e 1 Volume

1 Humbucker, 1 Volume e 1 Tone

1 Humbucker, 1 Volume e 1 Split Giratório (splita o captador girando o knob)

1 Humbucker, 1 Volume, 1 Tone e Ligação Série/Paralelo

1 Humbucker, 1 Volume e Série/Paralelo

1 Humbucker, 1 Volume, 1 Tone e Split 

HSS, 1 Volume e 1 Tone

1 Humbucker, 1 Volume e Split

1 Humbucker, 1 Phat Cat, 2 Volumes e 1 Tone

2 Humbuckers, 2 Volumes e 2 Tones

2 Humbuckers, 1 Volume e 1 Tone

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e Defasagem

2 Humbuckers, 2 Volumes, 2 Tones e 2 Série/Paralelo

2 Humbuckers, 2 Volumes, 2 Tones e Defasagem

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e 1 Split

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e 2 Splits

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone (Super chave seletora de 5 posições)

2 Humbuckers, 1 Volume (Super chave seletora de 5 posições) 

2 Humbuckers, 1 Volume, 2 tones e 1 Split

2 Humbuckers, 1 Volume e 2 Tones

2 Humbuckers, 1 Volume e Split

2 Humbuckers, 1 Volume

2 Humbuckers, 1 Volume e Split (na chave de seleção de captadores de 5 posições) 

2 Humbuckers, 1 Volume, 2 Tones e Split (na chave de seleção de captadores de 5 posições)

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e Split (na chave de seleção de captadores de 5 posições)

2 Humbuckers, 2 Volumes, 1 Tone e Split

2 Humbuckers, 2 Volumes e 1 Tone

2 Humbuckers, 2 Volumes, 2 Tones e 2 Splits

2 Humbuckers, 2 Volumes e Split

2 Humbuckers, 2 Volumes e 2 Splits

2 Humbuckers, 2 Volumes e 2 Splits Giratórios

2 Humbuckers e 2 Volumes

2 Humbuckers, 2 Volumes e Série/Split/Paralelo

2 Humbuckers, 2 Volumes, 1 Tone e Série/Split/Paralelo

2 Humbuckers, 2 Tones e Série/Split/Paralelo

HSS e 1 Volume

HSS 1 volume e 1 Tone

HSH 1 Volume e Split

HSH 1 Volume e 1 Tone

HSH 1 Volume, 1 Tone e Split

2 Mini Humbuckers, 2 Volumes e 2 Tones

1 Captador ativo, 1 Volume e 1 Tone

1 Captador Ativo e 1 Volume

Telecaster

Standard Tele

1953 Telecaster

1966 Telecaster

Esquire

Esquire Ligação Alternada

Esquire 1 Humbucker e Série/Split/Paralelo

Telecaster HS (serve com humbucker, humbucker em formato de single e stack

Humbucker no Braço

1 Humbucker, 1 Single-Coil e 1 Split

2 Humbuckers e 2 Splits

2 humbuckers e 1 Split

2 Humbuckers

2 Volumes sem Tone

2 Humbuckers, Chave de Seleção de 4 Posições

Chave Seletora de 4 Posições

3 Captadores

3 Captadores e Blend

Defasagem

Broadcaster com blend

Stratocaster

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume, 1 Tone (Super Chave de Seleção de captadores de 5 posições)

3 Humbuckers em Format de Single, 1 Volume, 2 Tones (Super Chave de Seleção de Captadores de 5 Posições)

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume (Super Chave Seletora de Captadores de 5 Posições)

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume, 2 Tones e 3 Splits

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume, 1 Tones e 3 Splits (Super Chave Seletora de Captadores de 5 Posições)

SSS, 1 Volume, 1 Tone e 3 On/Off Switches

SSS, 1 Volume, 2 Tones e 3 On/Off Switches

SSS, 1 Volume e 3 On/Off Switches

SSS, 1 Volume e 1 Tone

SSS, 1 Volume e 2 Tones

Fonte: Seymour Duncan

Para usar essas ligações com captadores de outras marcas, use essa imagem: 

Imagem

Para saber como ligar na sua chave de 3 posições, aqui vai:

Tipos de Chaves

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Roy Buchanan: o exemplo obscuro de um amante das seis cordas

Se na história da música as memórias são usualmente feitas em nome do primor musical, talento ou músicos encrenqueiros há também o grupo dos injustiçados. Aqueles que foram famosos, mas nunca obtiveram reconhecimento à altura de seu potencial. Roy Buchanan está no hall da fama dos menos conhecidos. O que é curioso, pois a sua história tem todos os elementos de mitos da música. Ele criou e desenvolveu estilo e técnica própria, serviu de exemplo para rockstars que vieram depois de seu legado, deu um nome a sua guitarra e ainda teve uma morte obscura, ou seja, tudo aquilo que o manual de “como se tornar uma lenda da música” exige.

Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Imagem
Seu pai era um pastor evangélico e foi por conta disso que ele teve contato com os ricos elementos da música negra. O gospel ressoava nos tímpanos do pequeno Leroy, que quando tinha cerca de cinco anos e brincava com seu violão de aço. Para ele, ter começado a ouvir música dentro do ambiente religioso foi marcante no que diz respeito ao desenvolver de sua personalidade musical. É possível comparar sua maneira de tocar como a de um pastor pregar. O som começa baixo e calmo e conforme o tempo passa o volume aumenta, a velocidade cresce e quem está ouvindo entra em clímax.
Aos nove, quando ganhou de seus pais uma Rickenbacker vermelha, começou a ter aulas com a Sra. Clara Louese. Há uma história curiosa sobre os três anos que Roy tomou aulas com ela. Sua professora ficou sabendo de uma notícia que a fez chorar: Buchanan não sabia ler partitura musical. O garoto tocava tudo de ouvido! Talvez esse começo um pouco torto do ponto de vista técnico, fez com que ele desenvolvesse o feeling de maneira incrível.
Simplicidade foi uma característica do guitarrista, que mais tarde quando muito, usava um digital delay. Costumava plugar sua ‘Nancy’ – uma Telecaster amarela de 1953, direto no amplificador Fender com o ganho no 10´. Com sua técnica e peculiaridade pode-se dizer que ele deu continuidade ao uso da Telecaster no mundo do blues.
Buchanan era com certeza músico dos palcos. Seu desejo era apenas de compartilhar suas catarses criativas com seus espectadores. Sempre teve aversão a ser o centro das atenções, pois preferia passar tempo com sua família e amigos. Por esse motivo, são escassas as informações sobre sua vida pessoal. Em entrevistas, ele mesmo afirmava que o showbizz o assustava.
Aos doze anos ele já era o prodígio instrumentista de uma banda chamada The Waw Keen Valley Boys, na época em que ainda morava em San Joaquin Valley, na Califórnia - apesar de ter nascido em Ozark, Alabama. As coisas começaram a mudar quando Buchanan foi para a cidade grande. Aos 16 anos se mudava para Los Angeles, e lá formaria uma banda com o futuro baterista do Jefferson Airplane - Spencer Dryden, chamada Heartbeats. Mas as coisas não foram muito longe com sua nova banda. Durante uma turnê ao sul da Califórnia, eles foram abandonados pelo seu empresário e sem recursos para poder seguir em frente, encerraram a turnê. Sem problemas.
A estrada é a melhor companheira de um guitarrista de blues. Então, Buchanan decidiu que não era o momento de voltar para LA e rumou para Tulsa. Foi a melhor coisa que poderia ter feito.
Em Tulsa, Buchanan conseguiu um emprego como guitarrista da Oklahoma Bandstand. Havia um show marcado com o “tornado humano” Dale Hawkins – que na época estourava com sua composição “Susie Q” (Após alguns anos Buchanan revelou que na verdade a música era originalmente de Howlin´Wolf e que Hawkins havia apenas dado uma maquiada na versão original). Hawkins sempre foi reconhecido por escolher muito bem seus músicos, especialmente os guitarristas. Já tinha tocado com Scotty Moore, Sonny Jones, Carl Adams entre outros. Não era difícil perceber que o jovem Buchanan estava no lugar certo fazendo o que tinha talento para fazer. Depois desse show é que começou a carreira de rock and roll de Buchanan, pois agora – em uma época em que Elvis estourava as gargantas das menininhas e James Dean estava vivo – ele tocava com um músico do mainstream. Dale Hawkins contratara o garoto.
Após acompanhá-lo por um certo tempo na estrada, chegava a hora de ir para o estúdio. E foi via Chess Records que eles gravaram um compacto – naquela época era muito comum músicos gravarem discos com apenas duas músicas, uma de cada lado. Eles lançaram uma versão de “My Babe” de Willie Dixon. Passaram os próximos dois anos em turnê pelos Estados Unidos. Esse tempo foi uma grande escola para Buchanan, que não só se tornava um músico de rock, mas aprendeu a beber e usardrogas. Eles tinham uma boa relação, como afirma Buchanan: “Eu era um dos poucos que agüentava e sabia lidar com Hawkins, pelo menos espiritualmente. Ele era perfecionista, se algo saía errado nós repassávamos quantas vezes fosse necessário”.
Em Outubro de 1960 em Washington, após um show, uma jovem sorridente e com olhar de admiração disse a Buchanan que adorava o jeito que ele tocava sua Telecaster. Um ano depois ele se casaria com essa garota chamada Judy Owens. Nessa época, ele já começava a despontar como o branco que melhor tocava blues nos EUA. E isso arrancou elogios de gente carrancuda e importantíssima na história da música, como Seymour Duncan ou Les Paul que tinha um discurso interessante sobre Roy: “Eu nunca havia ouvido algo como o que Buchanan fazia na época e isso despertou muito interesse em mim. Por exemplo, ele não tocava um arpejo do jeito que você aprende com o seu professor. Ele tinha sua própria maneira de fazer as coisas, tudo sempre de um jeito diferente. Não importava se palhetava ou se tocava com os dedos, ele era com certeza um guitarrista incomum”.
Apesar de ser conhecido dentro do meio musical, ele nunca havia assinado um hit que fosse para as paradas de sucesso. E foi por volta de 1962, quando o baterista Bobby Gregg gravou e autocreditou-se pela música “The Jam”, que Buchanan tomava o primeiro soco na cara da indústria cultural, pois a música tinha riffs compostos por ele em vários trechos e ela foi para o topo das paradas de R&B.
Enquanto Roy ficava louco com o uso de pílulas e barbitúricos, digerindo sua primeira frustação, nascia seu primeiro filho. Como conseqüência desse acontecimento ele se mudou para Mt. Rainier, Maryland e foi morar com sua sogra. Pelos próximos anos ele passaria seu tempo tocando com bandas locais, nos arredores de Washington uma vez que muitos músicos americanos estavam sendo menosprezados por conta da invasão britânica. The Who, Cream, Beatles eram preferência. E novamente Roy encarava outro momento de frustração, quando viu um pedal de wah wah, em 1968 num show de Hendrix no hotel Hilton de Washington que era capaz de produzir um som já patenteado pelo músico, mas ao simples alcance de uma pisada e com melhoras técnicas referentes à potencia. O wah wah Buchaniano era feito pela manipulação do knob de tonalidade de sua Telecaster, desde o começo da década de 50.
Imagem
E nesta época obscura Buchanan já tinha seis filhos e trabalhava de dia como barbeiro para poder contribuir com o orçamento de casa. Um dia um cliente entrou na barbearia empunhando uma Fender Telecaster 53´ amarela. Buchanan sentiu que aquela guitarra lhe pertencia. Interrompeu o seu trabalho e foi perguntar para o cliente onde ele havia conseguido a guitarra e se por acaso ele aceitaria trocá-la, prometendo assim, conseguir a guitarra mais bela que já tinha visto para trocar pela Tele amarela – que seria batizada de ‘Nancy’ seu futuro xodó. Conseguiu com um amigo uma Telecaster roxa e trocou de instrumento. Por esse período – em Julho de 69 - o guitarrista Brian Jones dos Rolling Stones havia morrido e eles procuravam por um substituto. Roy foi convidado e recusou o convite, alegando que não gostaria de entrar em turnê com uma banda que possuía uma ‘imagem’ diferente da que ele passava. Contudo, passado algum tempo da recusa ele alegou à imprensa que aprender o repertório dos Stones seria muito difícil.
Em 1970 o canal de televisão de Washington WNET, produziu um documentário sobre o ‘Melhor Guitarrista Desconhecido do Mundo’. Produzido por John Adams, seu conteúdo estava recheado de depoimentos sinceros de Buchanan, carregados com o seu ranço pela indústria de música. “Eu provavelmente nunca me tornei famoso porque eu não me importo se sou ou não famoso. A única coisa que sempre quis foi aprender a tocar guitarra de maneira autodidata. Você é que determina suas metas para o sucesso. E quando as alcança não significa necessariamente que você será uma grande estrela e encherá os bolsos de dinheiro. Você sentirá no seu coração se é bem sucedido ou não”. Nesses tempos ele costumava tocar de costas para o público, com medo que alguém fosse roubar seu estilo de tocar guitarra.
Apesar de tocar com várias bandas, Buchanan tinha sua banda fixa chamada The Snakestretchers. E alegando esse motivo recusou mais um ótimo convite, feito desta vez por Eric Clapton, para integrar o Derek And The Dominoes. E em 1972 ele lança "Buck & The Snake Stretchers". Com a boa repercussão e aparições na televisão e no Washington Post, ele consegui um contrato para três discos com a Polydor. Lançava então, em julho de 72, seu primeiro disco solo que tinha apenas o seu nome na capa, sem qualquer título. Três meses depois já tinha gravado todo o material para o segundo disco. Parecia que Buchanan já estava cansado de tocar em pequenos bares, e finalmente, o caminho da fama parecia estar sendo trilhado.
Imagem
Seu segundo trabalho foi lançado no começo de 1973, com o título nada original de "Second Album". Se o título não tem personalidade o mesmo não podemos dizer sobre as músicas que são conduzidas pelo timbre agudo e rasgante de Buchanan. Nesse disco o ‘pinch harmonic’ presenteia nossos ouvidos e ao longo das músicas podemos perceber como sua técnica pessoal está presente, especialmente nos solos. O ‘pinch harmonic’ era uma forma de palhetar usando uma palheta, a ponta do dedão e o polegar ao mesmo tempo, suprimindo parcialmente o soar da nota, fazendo com que a guitarra “grite”. Atualmente o guitarrista mais conhecido por tocar com essa técnica é Zakk Wylde.
Seu terceiro disco de 1973 intitulado “That´s what I´m Here For”, obteve baixas vendagens e críticas negativas. Mas isso não impediu que o guitarrista fizesse uma turnê mesmo com as poucas expectativas dos executivos da Polydor. Impressionante é a arrogância de Buchanan, pois durante a gravação desse disco ele jogou em um triturador de lixo mais uma boa oportunidade para sua carreira. No mesmo estúdio onde foram realizadas as gravações de seu terceiro álbum, Jonh Lennon estava fazendo a mixagem de seu disco “Mind Games” e se ofereceu para fazer algum tipo de participação especial, caso o músico desejasse, pois Lennon admirava o estilo marcante de Buchanan. Infelizmente, Roy dispensou o mitológico ex-beatle.Nos anos seguintes ainda pela Polydor ele lançou um disco ao vivo chamado "Live Stock". Era o último disco por essa gravadora.
O lendário Ahmet Ertegun, já queria que Buchanan integrasse o cast da Atlantic desde quando vira o guitarrista tocar no Carnegie Hall em 1972, e recebendo um adiantamento financeiro foi para o estúdio gravar a “Street Called Straight” – algo como “Uma rua chamada correta” – em alusão a sua tentativa de manter-se sóbrio e longe de drogas.
O primeiro disco via Atlantic, "Loading Zone", de 77, foi produzido pelo baixista de fusion Stanley Clarke e nele está a clássica "Green Onions" com um dueto com o Booker T. & the MG´s. A faixa não foi gravada como soa. Stanley acelerou as partes de Buchanan sem avisá-lo, para dar nova textura à faixa e isso alimentou atritos entre os dois. Nesse ano ele também lançou um disco ao vivo, gravado no Japão.
As coisas não começaram muito bem em 1978. O próximo disco, “You´re Not Alone” não foi feito com empolgação. Buchanan quase sempre chegava atrasado e sem nada ou com idéias muito básicas para suas músicas. No final tudo acabou ficando jogado no colo de Stanley Clarke, que trabalhava mais nas faixas do que o próprio Buchanan. Como resultado, ele saiu da gravadora.
Passou os próximos dois anos sem lançar nenhum disco, fazendo pequenas turnês como sideman e tocando em bares. Em uma tentativa de se libertar de qualquer tipo de problema, seja com produtores ou com a própria gravadora – que costuma cobrá-lo por não ser um músico que esvaziava as prateleiras, em 1980 ele resolveu autoproduzir-se no disco “My Babe”, com o intuito de proteger-se de qualquer problema que pudesse surgir. O disco foi distribuído pela independente Waterhouse Records.
Curioso é Buchanan decidir em 1981 que não gravaria mais nenhum disco, pois sentía-se pressionado por grandes gravadoras que sempre tentaram alisar sua música para torná-la mais abrangente ao público geral. Mesmo depois de ser seu próprio produtor, parecia sentir uma pressão interna. Seja por ser um músico muito mais famoso entre os músicos, ou por não conseguir se livrar das drogas.
Entretanto surgiu uma saída para Buchanan. A gravadora de blues Alligator parecia ser uma casa perfeita, pois não era nem muito grande – assim como Roy – mas estava longe de ser insignificante. O resultado de um bluesman em uma gravadora segmentada foi o “When a Guitar Plays the Blues” de 1985. A liberdade fez com que Roy voasse e o disco passou cerca de 13 semanas na Billboard. Como resultado excursionou pela Austrália, Estados Unidos e Europa.
Nos anos que seguiram lançou mais dois discos pela Alligator. “Dancing on the Edge”(86) e “Hot Wires” (87). Tudo parecia começar a dar certo, pois Roy trabalhava com liberdade, fazia turnês e sua popularidade crescia. Ele pensava na época em fazer um disco todo instrumental. Mas no dia 14 de Agosto de 1988 as coisas mudariam novamente...
Buchanan saiu para comprar cigarros e parou em um bar local para beber. Voltou para casa absolutamente embriagado e agressivo. Judy sua mulher, assustada com o estado do marido chamou a polícia. Buchanan pegou o telefone, arremessou-o no parede e saiu para a rua. Após uma busca no bairro os policiais o encontraram vagando e o prenderam, alegando intoxicação por drogas. O sherife Carl Peed o acomodou na cela R-45 e deu continuidade ao seu trabalho. A história diz que um dos guardas que estava de plantão encontrou o músico pendurado pelo pescoço por sua camiseta. Até hoje não se sabe se ele foi violentado ou se realmente se matou. O mistério sobre sua morte permanece, pois apesar das dificuldades que enfrentou, ele não tinha motivos suficientes para se matar.
No final das contas, o guitarrista que preferia alcançar as notas desejadas com bends, que soava pegando fogo com seus harmônicos e que influenciou Jeff Beck, John Lennon e Eric Clapton teve uma carreira que nunca – injustamente – ressoou aos ouvidos de todos.
Adaptado de:

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Guitarras com floyd rose com preço acessível existe?

A procura aqui no Brasil por este tipo de guitarra, com floyd, e grande, mas muitos caem em roubadas comprar uma porcaria de guitarra, muitos iniciantes também preferem as com floyd por só ser questão de aparência se você e iniciante eu "não" recomendaria comprar guitarra com floyd, porque e um tipo de ponte que exige muito do dono, digo em termos de afinação tem que mexer na ponte também para afinar, e tem vez que a ponte desregula também ai tem que ir la atrás da guitarra abrir aquela tampa e ajustar as molas até se igualar com o nível da madeira, isso tudo e um processo meio demorado principalmente quando vai trocar as cordas que as vezes colocamos um calibre diferente e além de ajustar o tensor temos que ajustar a floyd também.
Já nas questões de roubadas e quando você compra uma guitarra barata com floyd essas guitarras com floyd que não prestam estão hoje no mercado entre 500 a 1000 R$, e um tipo de floyd barato feito na china com um material péssimo então pesquise bastante antes de comprar sua guitarra.

Guitarras Com floyd a preços acessíveis:

LTD M-300


Bela guitarra da LTD que e sub marca da ESP, porém no Brasil muitos pensam que LTD e uma marca e não sub marca, mas quando forem olhar os preços da ESP la fora são muito caras mais que Gibson por isso não importam muitas guitarras ESP aqui pro Brasil por isso, quem vai comprar uma guitarra dessas por um super preço.
a floyd dela e bem legal andei pesquisando e vi muita gente falando bem da floyd.

Ibanez RG 350.


Ótima guitarra e uma superstrato tipica da ibanez com corpo em basswood e braço e maple, a floyd rose dela e uma edge zero II, que segundo a ibanez proporciona uma menor perda de afinação, e não precisa retirar aquela tampa traseira da guitarra para regular a floyd ela já vem com um knob atrás especifico para isso, a única coisa contra essa guitarra e que as ibanez preta deste modelo, o escudo vai ficando preto com o passar dos tempos pelo desgaste mais as com as brancas que tem o escudo perolado não acontecem isso.

Cort X-11



Com ponte double locking II, pesquisando muitos acham a ponte boa em fóruns pela internet, a ponte tem o sistema double locking como já dito assim este sistema apenas impede que a ponte volte para trás impede que você alavanque para trás só podendo alavancar para frente ou seja transforma a floyd rose em uma ponte tremolo.

Cort Viva Gold II.
Essa e igual a cort já apresentada acima, mais muda algumas coisas como madeira e claro e a ponte e a mesma coisa sendo que e o sistema double locking III o que e igual ao double locking II a unica coisa que muda e o desing.

E e isso ai ainda existem outras guitarras com floyd boas como algumas jackson soloist, o que muitos acham e porque se a guitarra e da jackson por exemplo ai vê uma jackson barata pensa que e igual a uma top de linha, você ta totalmente errado, e quando tiver uma guitarra com floyd não vai ficar igual o Steve Vai não dando aquelas alavancadas exageradas que sua guitarra vai quebrar e seu luthier vai ficar feliz com a grana que tu vai ter que pagar pra ele consertar a guitarra o que e quase o mesmo preço da guitarra nova.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Frankenstein + stratocaster = Frankenstrat



Muitas pessoas conhecem essa guitarra meio que "bizarra" Feita por o Van Halen na verdade foi sua primeira guitarra, ele comprou somente corpo e braço, o corpo foi comprado por 80 dólares e o braço foi comprado por 50 dólares e o captador foi retirado de uma gibson flying v.



Embora ele só teria gastado 130 dólares acho que mais com outras peças, a guitarra era muito boa isto e uma prova de que para fazer uma boa guitarra não precisa de muito, isso nos EUA nê, a guitarra e com corpo em alder e braço em maple, a floyd trata-se de uma floyd original acho que feita com materiais de ótima qualidade, mas tenho certeza de que quando o Van Halen construiu essa guitarra não usou este tipo de floyd. A floyd e sem o "back box" ou seja funciona só como uma tremolo mais da um visual a mais nessa guitarra.
Varias marcas de guitarras famosas fizeram uma copia deste modelo de guitarra : fender, chravel, kramer e etc.A replica que a fender fez ficou perfeita e ficou perfeita no visual e no preço, por isso acho que com muito menos pouco você faz uma copia perfeita dessa guitarra.
Quanto a pintura da guitarra era com listas pretas e brancas mais o Eddie decidiu pintar de vermelho para da mais uma exclusividade a sua guitarra.
A cavidade dos captadores dessa guitarra são tipo "arrombadas" com o humbucker da gibson na ponte o do meio não tem captador da pra ver a fiação dos caps, o da ponte tem um captador mas não funciona e só pra dar um detalhe a mais nessa guitarra que tem vários detalhes anormais.


Uma coisa interessante também na guitarra são as roldanas que são essas iguas a uma arruela.
Essa guitarra e perfeita para os guitarristas como o Van Halen ou seja ou que usam aquelas escalas dificílimas os que fritam a guitarra.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Guitarras da mesma qualidade das originais!

Eu sempre falo nunca vão pela marca pois existe no mercado varias guitarras que tem a mesma qualidade do modelo que eles copiam Exemplo e as burny,Greco,Orville e etc, de guitarras que fazimas copiam tão perfeitas das originais que as empresas os decidiram os processar e foram obrigados a pararem de fabricar as guitarras.


Burny.



As guitarras da burny são foda nunca vi no Brasil pra vender, a questão é que a burny e feita com as mesmas madeiras da gibson e acabamento indentico ou até superior por um preço muito mais barato, exceto no Brasil que se chegarem aqui custam em torno de 6,000.

Greco.

Arquivo: Greco EGF1200 Super Real.JPG

Outra marca foda copiavam as stratocaster da fender e les paul da gibson, se bem que não era uma copia era uma guitarra idêntica até o headstock e o logo da marca era igual, era uma marca japonesa, coisa do Japão ja sabem nê, só podem ser coisa boa, quem tem uma dessas guitarras sabe do que estou falando e uma puta guitarra, procurando pelo ebay achei varias greco por 500,600 dólares o que e um preço de uma epiphone, mais infelizmente em sites brasileiros pesquisando não se acha uma guitarra dessa por menos de 4,000 reais.
Se não me engado essa marca foi da ibanez ou foi dai que surgiram a ibanez.

Orville.




Essa nem se fala se ainda existisse preferia mil vezes uma orville do que uma gibson, a marca foi fundada pelo criador da gibson que se chamava, Orville H. Gibson nem se fala nê se e criador da gibson só pode fazer guitarras da mesma qualidade, mas não chegou a fazer as queridas les paul foram feitas no japão na década de 80.

Todas as marcas de guitarras que citei aqui não existem mais o motivo, a fabrica que possuem o direito dos modelos que eles copiavam o processaram como explicado acima obrigando que parassem a produção, tivemos grande empresas brasileiras também fazendo ótimas guitarras como a finch nos anos 80 e a giannini falo das antigas giannini na boa essas de hoje são uma merda, as squier também já foram boas guitrras na década de 90 mas hoje são muitos inferiores a aquelas antigas.

domingo, 7 de julho de 2013

Tipos de braços de guitarra.



Já adiantando que os braços de guitarras são feitos em três tipos sendo: braço colado, braço parafusado, e braço interiço.

Braço colado:



O "SET IN" também como e chamado, e presente em todas as guitarras da Gibson e em outras marcas que também usam o tipo braço colado, todas as guitarras les paul já que são as mais tradicionais também tem como quase obrigação usar braço colado digo quase por que algumas marcas que copiam modelos les paul em braço parafusado o que não e nada bom para uma guitarra les paul, outros modelos como: SG, flying v, explorer usam braço colado.
O braço colado permite um ótimo sustain (sustentação do som) em uma guitarra permitindo que o guitarrista toque os estilos musicais mais clássicos como : blues, hard rock e rock.
Tem braço colado que apresentam o "long neck tenon" que e uma junção mais longa que o normal permitindo mais ainda um belo sustain.

Como podem ver os exemplos o ultimo e o long neck tenon,  
e uma junção de braço respectivamente mais longa.




Braço parafusado:


Também chamado de "BOLT ON" usado em todos os modelos de guitarras fender e em quase todos da ibanez e em marcas que copiam os seus modelos, e um braço tradicional em guitarrasa maioria usa braço parafusado e um braço com custo de construção baixo usado em muitas guitarras baratas, o braço parafusado tem um timbre mais estalado e agudo diferente do braço colado, e também ajuda na mautenção permite você trocar o braço se quiser o que o braço colado não permite.


Braço inteiriço:


Também chamado de "NECK THRU"  inteiriço e usado principalmente em baixos mais decidi postar porque e raro encontrar este tipo de braço em guitarra mais tem sim, proporciona um sustain ótimo, mas não e feito corpo e braço em uma madeira só não como podem ver na foto acima e uma madeira inteira para o braço e duas coladas ao lado.




terça-feira, 21 de maio de 2013

Postagem especial : Entrevista com o Guitarrista Marcos Kleine.

Entrevista com o Guitarrista  Marcos Kleine.






Olá este post e um post especial pois o Guitars Maníacos está comemorando 1 ano de posts e entrevistando um dos maiores guitarristas do Brasil  Marcos Kleine, bem vou falar pouco sobre ele porque o bom ta na entrevista, atualmente ele toca na banda ultraje a rigor como guitarrista além de fazer outros projetos, a banda toca no programa agora é tarde que vai o ar na band de terça a sexta as 00:00.


Mas chega de falar e vamos à entrevista:


 Como foi o seu primeiro contato com a música?


(MARCOS) - Que me deixou alucinado foi a trilha sonora de Star Wars. Ganhei em fita cassete em 1977. Depois tocava bateria em almofadas com 10 anos. E em 10/03/1985 peguei uma guitarra pela primeira vez e nunca mais larguei.


 Você teve apoio de seus familiares?


(MARCOS) - Depois de um tempo sim, pois eles viram que não tinha jeito hehe. Hoje o apoio é total.


Você tinha alguma pretensão de se tornar profissional no ramo da música?

(MARCOS) - Com certeza, desde criança música era algo que me deixava alucinado. Gostava de jogador futebol, mas a vontade de me tornar profissional de futebol durou uma semana.


Lembra  de seu primeiro instrumento?

(MARCOS) - Sim e me arrependo de ter vendido. Uma gianinni supersonic.

Quais são as suas maiores influências:

(MARCOS) - São diversas, impossível enumerar todas, pois elas variam conforme a época. Para resumir bem, como guitarrista Randy Rhoads e Jeff Beck. Artistas e bandas foram vários. Sabbath, Led, Kiss, Pink Floyd e por ai vai. Tem muita coisa que eu fui na fonte.


Marcos Kleine sabe que você e um rockeiro, pois toca em uma ótima banda de rock o ultraje a rigor, mas falando em rock no mundo temos varias bandas de rock bem conhecidas como: Kiss, Led Zeppelin, Guns N' Roses, etc. E essas bandas são a maioria bandas da Europa e norte americanas, mas em sua opinião o que falta no Brasil para tem uma banda de rock famosa mundialmente?

(MARCOS) - O Brasil na sua essência não é o Pais do rock, o Brasileiro é associado ao samba, Bossa Nova, Mpb e agora sertanejo e Funk.
Chegamos aos anos 80 muito bem, o rock era difundido nas grandes rádios e novelas. Hoje em dia o rock virou underground e só pessoas que procuram o rock vão ouvir rock. Não existe um movimento para que as pessoas entendam e ouçam esse estilo de música. O resultado é esse de sua pergunta. As bandas dos anos 80 ainda estão fortes, pois são as que marcaram a vida de muitas pessoas.


Vi que você e um autodidata quais são as dificuldades que um autodidata tem para aprender guitarra, ler partituras de base e de solos, por exemplo?

(MARCOS) - Um autodidata não tem a exata noção das dificuldades, não tem acesso as facilidades de um ensino a pessoa não tem como medir as diferenças das situações. Na época que comecei a tocar em 1985 era difícil tudo. Ter bom instrumento, professor, pagar a aula, tudo era dificuldade. Eu fui na raça, esforço pessoal desde para comprar a guitarra até a aprender a tocar. Fui muito determinado, e ainda estou aprendendo, não tem fim.


Você também  e produtor musical , produziu cd´s para bandas como OskMaradas, Luís Carlini, Maestro Briamonte,  entre vários outros, mas fugindo totalmente com o que disse acima você acha que a pirataria vai aumentar em um ponto de os artistas não venderem mais seus trabalhos, ou seja : cd´s, dvd´s, etc.

(MARCOS) -  O mercado de certa forma está se encontrando novamente, preços justos para CDs e DVDs, você  pode baixar o álbum de sua banda favorita no itunes por um preço legal. De certa forma isso amenizou o problema. A pirataria vai sempre existir e sinceramente, eu nunca ganhei com venda de CDs, mas o artista sendo independente e levando seu material para a venda em shows faz com o comercio não seja mais de milhões de CDs vendidos, mas o que vc vende é seu.
Os artistas mais populares serão sempre pirateados, pois a população carente realmente não vai comprar Cd, vai comprar comida. Ao contrario do que os políticos divulgam, ganhar 600 reais não faz ninguém "classe média".


 Só pra terminar, tem alguns projetos pro futuro que pode anunciar :

(MARCOS) - Pretendo até fim do o ano lançar um cd instrumental. Vou fazer a trilha de um desenho que tem produção Americana/Brasileira. A trilha de um curta americano e também finalizando o próximo Cd do Celso Cardoso.



Obrigado ao guitarrista Marcos kleine por dedicar  o seu tempo para a entrevista e para maiores informações sobre o guitarrista acesse : http://www.marcoskleine.com.br/site/



Confira alguns vídeos do Marcos kleine um gênio na guitarra :

O  palmeirense tocando o hino do verdão  na guitarra.




Com o ultraje .



Ate a próxima.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Alivío de peso nas Les paul (Chambered Wood e Weight Relief.)

Ola hoje vim falar de dois assuntos polêmicos mas nem tanto, sobre a gibson que são o Chambered wood e weight relief, conhecidos como câmeras que não são nada mais que furos feitos na guitarra para aliviar o peso proporcionando ao guitarrista uma maior conforto. Já que as Gibson les paul são feitas de mogno uma madeira muito pesada.
Atualmente são poquíssimas as guitarras da gibson que não venha com alivio de peso, só se você comprar uma gibson do ano de 1995 pra trás, também as custom e as singatures só são essas que vem com madeiras maciças.
O luthier da gibson jim decola publicou sobre o alivio de peso nas les paul.


"No fundo do meu coração, eu realmente acho que o alívio de peso é a coisa certa a se fazer", diz o Luthier Mestre da Gibson Jim DeCola. "É uma coisa boa. Isso nos custa um tempo extra e mais esforço, então não há economia de nada. É mais caro para nós, mas nos sentimos bem de fazê-lo"

DeCola explica que a Gibson, atualmente, utiliza 3 diferentes tipos de sistema de redução de peso  e ajuste de resposta de ressonância do corpo da guitarra. O padrão mais antigo desses três é mencionado como "alívio de peso tradicional", como usado nas Les Paul Traditional. Esse processo utiliza nove furos circulares no corpo de mogno, antes da colagem do tampo de Maple. Os furos são estrategicamente colocados no bojo inferior, no lado grave do corpo. O resultado,DeCola explica, "é uma guitarra que é mais leve que um modelo sem esse sistema, mas que continua com peso ainda bacana e sensação de robustez". 




Para sua e minha alegria isso de alivio de peso não altera em coisa nenhuma o som da guitarra fica com o som da tradicional gibson les paul, apenas reduz o peso não sei você mais eu não quero ficar com dor na coluna de tanto tocar e uma les paul com corpo maciço.

Ate a próxima.

sábado, 4 de maio de 2013

5 Coisas que um musico não deve fazer em um palco.

Hoje vim  dar dicas para vocês não pagarem micos no palco, não fazerem cagadas.
e muito comum em guitarristas iniciantes no palco isso.


5- Ficar correndo igual um doido:

Cara você achando o fodão ne tocando a guitarra pensa que e o Axl Rose mas com uma pequena diferença você toca guitarra você pensa isso mas os outro não eles estão rindo da sua cara mas acho que 98 % dos iniciantes não se fazem de palhaços assim mas 2 % fazem isso.

4.- Achar que e o Slash ou Seve Vai :

Sabe ne aqulio que o slash faz com sua gibson les paul tipo pucha o braço para trás e o corpo para frente para dar aquele efeito, ai você vai fazer isso com sua guitarra quebra e além de levar vaiadas e risadas do publico tem um prejuízo com a guitarra quebrada.
Mas e pro fãs de Steve Vai vai fazer for The love god com sua guitarra de 900 reais com floyd pensando que e a jem do Steve Vai de 7 mil ai quebra a madeira da guitarra de tanto forçar e já era a guitarra.


3- Girar a guitarra.

Essa não quero nem falar, vai tenta ai girar sua guitarra pra ver o que acontece.


2- Dar tchau ou falar para pessoas conhecidas na apresentação:

Você algum primo irmão ou amigo para de tocar e dar tchau, diz doido fala ou então pior ainda descer do palco e ir la falar com a pessoas.

1- Ficar olhando pro telão quando aparecer :

Não e toda casa de show que tem telão mas se a que você vai tiver a câmera filma você e se vê no telão e pisca o olho que droga e isso. dar o dedo pra câmera ate que vai mais piscar o olho.


Ate a Próxima

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Les paul qual comprar ?

Ola amigos eu to fazendo tipo uma serie de qual modelo de guitarra vocês querem comprar no caso o de ontem foi stratocaster hoje postarei les paul não e só pra dar cara aos amantes das stratocaster ne.


4. SHELTER NASHVILLE LES PAUL

Bem nunca toquei em uma mas pelo o que eu vi em fóruns pela a internet e uma ótima guitarra melhor para iniciantes, o corpo da guitarra e em basswood, braço em maple(não e parafusado,o que e bom), e pelo que vi também as tarraxas dela seguram muito bem a afinação.
O único upgrade necessário nessa guitarra seriam os captadores e se você quiser também pode trocar as tarraxas mas não e necessário.

3. TAGIMA TLP


Essa e a tagima tlp na qual estão disponíveis tagima(tlp legend, tlp flamed, tlp street) a tagima tlp são feita com corpo em mahogany, frisos em marfim, escala em rosewood, inalys em madre perola e ainda vem com case super legal, acho que o corpo da guitarra não e em mahogany maciço não porque e uma guitarra barata mas vale muito apena comprar levando em conta o custo X beneficio.


2. VINTAGE V 100.


Outra guitarra excelente mas não são todas com captadores p-90 não, só e essa que eu coloquei a foto acima que e a vintage v 100 gold top, bem segundo o site o corpo dela e em mogno, tarraxas e ferragens todas da wilkinson por isso não e necessario a troca e os captadores também são wilkinson, braço em mogno.
e uma guitarra excelente chegando ao nível das epiphone standard.
PS : as vintage v 100 normais não tem top em maple e apenas figurado por uma fina madeira, mas ainda e uma ótima guitarra.

1. VINTAGE AFD PARADISE.


Sim e melhor que as vintage v 100 normais, já que essa e fabricada com poucos pedaços de madeira segundo o Paulo May do blog  louco por guitarra  no máximo 3 pedaços.
guitarra com corpo em mogno, braço em mogno, ferragens e tarraxas wilkinson, e não e o top dela não e maple figurado não e maple de verdade e ainda vem com strap lock, o que e muito útil nas les paul já que são pesadas e facilitam mais a chance de cair.
essa guitarra pra ficar perfeita era pra vim com um case ia ser uma febre de vendas já que o preço e muito acessível.

Mas você me pergunta porque você não citou as epiphone, citei acima guitarras com custo X beneficio as epiphone são muito caras aqui no brasil por isso que não citei.

Ate a próxima.