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sábado, 2 de novembro de 2013

Tipos de Mogno.

Muitos sabem que mogno e a madeira mais cara e a mais nobre que existe, porém não só existe um tipo de mogno, e esse o motivo de quando um guitarrista troca os captadores de sua guitarra e quer esperar como resultado o som de uma gibson, isso não aconete porque o mogno da gibson e melhor do que o mogno da guitarra cuja foi trocado os captadores.
 Vou enumerar de "1" a "5", o primeiro e o melhor tipo e claro e o quinto pode ter até um bom som mas não o som encorpado de uma guitarra de mogno.

5 - Mogno Brasileiro:
                                                                   
Ficheiro:Swietenia macrophylla wood.jpg

Para os que pensavam que o mogno do Brasil era o melhor do mundo está muito enganado, pode até ser o mais pesado mas o melhor nunca vai ser para instrumentos, o som desse tipo de mogno principalmente em uma les paul não atinge os graves e os sons gordos de um digno mogno, para quem quer fazer uma guitarra com uma madeira de fácil acesso no Brasil eu recomendaria o cedro e bem semelhante a mogno de verdade.

4 - Mogno Chinês ou Asiático(Nato):


Encontra-se em varias les paul de  mogno com preços acessíveis no mercado e nas epiphone também, com uma troca de captadores o som da guitarra fica legal, cort,sx, ibanez,condor,epiphone,entre outras utilizam esta madeira em algumas les paul e outras guitarras como SG, por exemplo.


3 - Mogno Africano:



Muitos falam que a epiphone les paul custom usam esse mogno, e bem semelhante ao mogno usado na gibson mas não chega a ter um som igual.



2 - Mogno Oriental:
É o que chega mais próximo da gibson semelhante ao africano, ele pode ser encontrado nas les paul da vintage e algumas epiphones, não sei se utilizam em gibson.

1 - Mogno Hondurenho: 


Utilizado nas gibson e outras guitarras de alto custo, muitos dizem ser o melhor mogno do mundo, como o próprio nome já diz o mogno e de Honduras.

Existem outros tipos de mognos em outros países, que podem se assemelhar com o africano ou oriental.

Muitos pensam que o mogno e uma madeira escura como estas nas imagens, sim e uma madeira escura quando não cortado depois de cortado a madeira fica com essa coloração:


Gibson Les Paul R7, cortada ao meio :o :'(






quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A História de um Vox AC30.

Click here for larger imageEste amplificador Vox AC30, fabricado no início dos anos 70, foi usado por Gary Moore quando ele estava no Colosseum II. Este é provavelmente e o Vox AC30 que Phil Harris fala em seu vídeo com guitarra interactiva sobre o Peter Green / Gary Moore Les Paul. Segundo o próprio Gary, o amp tinha desaparecido em 1977, enquanto estava em turnê. Mais tarde, naquele ano, o amp se encontra com  Robin Millar, um homem que mais tarde se tornaria um dos melhores produtores musicais do mundo, vendendo mais de 150 milhões de álbuns. Em meados do final dos anos 70, ele trabalhou muito nos estúdios Morgan, em Bruxelas, Bélgica, uma empresa irmã da mais conhecida estúdios Morgan, em Londres. Os Estúdios Morgan também de propriedade da empresa que Gary gravou, para durante o final dos anos 70, de acordo com Chris Tsangarides - o produtor de back on streets . Em 1984, Robin Millar comprou os Studios 1 e 2  Morgan em North West London, renomeando-Power Plant Studios. No final dos anos 70, Millar foi uma febre no  jazz . Ele usou esse amp tocar guitarra em clássicos como "Ca plane pour moi" eo ​​Gibson Brothers '"Cuba" de Plastic Bertrand. Robin escreveu seu nome no numeral romano na parte de trás do amplificador. Ele também confirma emprestando o amp ao  ex-rolling stones e Bluesbreakers  Mick Taylor, que tocou com Jack Bruce. Ele também incluiu em um monte de início de musicas dos anos 80. Então o paradeiro do amp é desconhecido durante os anos. No final dos anos 80 foi comprado por Dan Priest, o proprietário do estúdio de gravação Parkgate em Catsfield, East Sussex. Dan Priest também foi o produtor de Greg Lake do álbum "Manobras", com Gary Moore. Em seus muitos anos na Parkgate, o amp foi usado por nomes como Paul McCartney, Paul Weller, The Cure, Duran Duran, The Stereophonics e inúmeros outros. Um dia 1993-1994, quando o próprio Gary Moore entrou para o estúdio para observar as instalações para uma sessão de gravação ele viu seu velho amp. Priest então explicou que ele tinha comprado o amp de um negociante respeitável e tinha pago muita grana para ele. Gary estava muito relaxado sobre isso e em nenhum momento ele pediu o amp de volta nem não queria alguma coisa para ele em troca. Ele apenas disse que essas coisas acontecem e deixou por isso mesmo.  O Pargate Studio foi fechado em 2008 e foi convertido em habitações residenciais. Em seu tempo de residência no Parkgate, o amplificador foi conservado por Dave Davies Barnett Barnett de amplificadores. O amplificador é composto de peças totalmente originais e é como era à saída da fábrica Vox exceto serviços executados por técnico de guitarra de Gary, que montou uma "carga fictícia" para o amplificador, uma modificação de segurança comum.

Click here for larger image

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Esquema elétrico de Captadores.

Humbuckers

1 Humbucker e 1 Volume

1 Humbucker, 1 Volume e 1 Tone

1 Humbucker, 1 Volume e 1 Split Giratório (splita o captador girando o knob)

1 Humbucker, 1 Volume, 1 Tone e Ligação Série/Paralelo

1 Humbucker, 1 Volume e Série/Paralelo

1 Humbucker, 1 Volume, 1 Tone e Split 

HSS, 1 Volume e 1 Tone

1 Humbucker, 1 Volume e Split

1 Humbucker, 1 Phat Cat, 2 Volumes e 1 Tone

2 Humbuckers, 2 Volumes e 2 Tones

2 Humbuckers, 1 Volume e 1 Tone

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e Defasagem

2 Humbuckers, 2 Volumes, 2 Tones e 2 Série/Paralelo

2 Humbuckers, 2 Volumes, 2 Tones e Defasagem

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e 1 Split

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e 2 Splits

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone (Super chave seletora de 5 posições)

2 Humbuckers, 1 Volume (Super chave seletora de 5 posições) 

2 Humbuckers, 1 Volume, 2 tones e 1 Split

2 Humbuckers, 1 Volume e 2 Tones

2 Humbuckers, 1 Volume e Split

2 Humbuckers, 1 Volume

2 Humbuckers, 1 Volume e Split (na chave de seleção de captadores de 5 posições) 

2 Humbuckers, 1 Volume, 2 Tones e Split (na chave de seleção de captadores de 5 posições)

2 Humbuckers, 1 Volume, 1 Tone e Split (na chave de seleção de captadores de 5 posições)

2 Humbuckers, 2 Volumes, 1 Tone e Split

2 Humbuckers, 2 Volumes e 1 Tone

2 Humbuckers, 2 Volumes, 2 Tones e 2 Splits

2 Humbuckers, 2 Volumes e Split

2 Humbuckers, 2 Volumes e 2 Splits

2 Humbuckers, 2 Volumes e 2 Splits Giratórios

2 Humbuckers e 2 Volumes

2 Humbuckers, 2 Volumes e Série/Split/Paralelo

2 Humbuckers, 2 Volumes, 1 Tone e Série/Split/Paralelo

2 Humbuckers, 2 Tones e Série/Split/Paralelo

HSS e 1 Volume

HSS 1 volume e 1 Tone

HSH 1 Volume e Split

HSH 1 Volume e 1 Tone

HSH 1 Volume, 1 Tone e Split

2 Mini Humbuckers, 2 Volumes e 2 Tones

1 Captador ativo, 1 Volume e 1 Tone

1 Captador Ativo e 1 Volume

Telecaster

Standard Tele

1953 Telecaster

1966 Telecaster

Esquire

Esquire Ligação Alternada

Esquire 1 Humbucker e Série/Split/Paralelo

Telecaster HS (serve com humbucker, humbucker em formato de single e stack

Humbucker no Braço

1 Humbucker, 1 Single-Coil e 1 Split

2 Humbuckers e 2 Splits

2 humbuckers e 1 Split

2 Humbuckers

2 Volumes sem Tone

2 Humbuckers, Chave de Seleção de 4 Posições

Chave Seletora de 4 Posições

3 Captadores

3 Captadores e Blend

Defasagem

Broadcaster com blend

Stratocaster

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume, 1 Tone (Super Chave de Seleção de captadores de 5 posições)

3 Humbuckers em Format de Single, 1 Volume, 2 Tones (Super Chave de Seleção de Captadores de 5 Posições)

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume (Super Chave Seletora de Captadores de 5 Posições)

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume, 2 Tones e 3 Splits

3 Humbuckers em Formato de Single, 1 Volume, 1 Tones e 3 Splits (Super Chave Seletora de Captadores de 5 Posições)

SSS, 1 Volume, 1 Tone e 3 On/Off Switches

SSS, 1 Volume, 2 Tones e 3 On/Off Switches

SSS, 1 Volume e 3 On/Off Switches

SSS, 1 Volume e 1 Tone

SSS, 1 Volume e 2 Tones

Fonte: Seymour Duncan

Para usar essas ligações com captadores de outras marcas, use essa imagem: 

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Para saber como ligar na sua chave de 3 posições, aqui vai:

Tipos de Chaves

sábado, 14 de setembro de 2013

Guitarras made in china.


e bem comum ver no Brasil, muitas guitarras baratas, obviamente produzidas em grande escala na china com um custo de produção baixo, isso são as importadoras que pedem, ou melhor encomendam, nessas fabricas que fazem guitarras para qualquer marcas incluindo essas  guitarras fake de grandes marcas, e possível encontrar um site desses onde pode ser pedir guitarras feitas na china, achei esse site aqui, um exemplo que posso citar são as guitarras da shelter, que é uma marca inventada pela habro onde encomendam guitarras feitas em qualquer fabrica na china, sobre a marca shelter, lembro que algumas coisas feitas na china podem ser de qualidade boa mas ai vai de sorte, porque na china não tem um controle padrão ou seja eles fazem uma guitarra com cinco pedaços de madeiras emendado e outra da mesma marca e mesmo modelo com três pedaços de madeira colados, por isso que e muito bom prestarmos atenção quando vai se comprar uma guitarra "made in china" reparar nos detalhes e escolher a melhor entre as disponíveis, nem sempre comprar na internet e a melhor opção.

domingo, 1 de setembro de 2013

Review Vintage AFD Paradise.

Olá amigos, essa e a minha nova aquisição, a guitarra e muito boa trata-se de uma vintage paradise, superior as epiphones, madeira,captadores,tarraxas e etc.
A minha só veio um pouco desafinada o resto veio tudo legal, a primeira coisa que fui testar foi o sustain porque em fóruns pela internet dizia que o sustain essa guitarra era bom, e realmente é tem um belo sustain.





Especificações:
Construção: Set Neck braço colado
Escala: 24.75” / 628mm
Corpo: Magno maciço
Top: Carved Maple Flamed Amber
Braço: Mogno (colado)
Escala:Rosewood
42mm Nut
22 trastes
Ferragens: Chrome
Tarraxas: Wilkinson Deluxe WJ44
Marcação Inlay: Pearlloid Crown
Ponte: Tune-O-Matic
Captadores: 2 Wilkinsons WVHZ Humbuckers
Controles: 2x volume / 2x tone / 3-way Lever
Acabamento: Top Flamed Amber/Cherry Red Black
Peso liquid aproximado: 4,8kg

Corpo:
O corpo da guitarra e em mogno, acredito eu que só tem 2 pedaços de mogno
colados, com um top real de flamed maple e o corpo na cor ambar, gostei muito da pintura do top não apresenta nenhum defeito.




Braço:

O Braço e confortável, não e muito grosso nem muito fino, um detalhe e que o
braço da guitarra tem um tipo de colagem que se chama "long neck trhu" o que e longa junção de braço em português, proporciona um maior sustain na guitarra.

Também tem o que e chamado de colagem espanhola, o que é uma junção entre
 o braço e o headstock, para dar aquela angulação, mais isso não ajuda ou prejudica o som não, é só um detalhe a mais.



Tarraxas:

São 3+3 da wilkinson, o que é uma boa marca de peças para guitarra eu gostei
bastante, abusei nos bends e não desafinou, são realmente tarraxas resistentes.




Ferragens e elétrica :


Assim como as tarraxas também são wilkinson, a ponte e uma boa
tune-o-matic não necessita de um upgrade de ponte, só se for por questão
pessoal.
A elétrica não e das melhores mas também não e das piores, já vem
com tinta condutiva que reduz os ruidos na guitarra.











Captadores:



Também wilkinson, não são captadores ruins, são de alnico V, mas a troca seria muito boa porque
a guitarra ficaria uma quase ou uma Gibson, digo quase poia nunca se sabem quantos pedaços
 de madeira vem colado nessas guitarras, mas pelas informações que andei pesquisando, as vintage vem com no máximo 3 pedaços de mogno colados no corpo.





Prós:
é uma ótima guitarra, uma les paul de verdade, acredito eu o único upgrade necessário seria a troca dos captadores e da parte elétrica.

Contras:

Na minha guitarra e acho que em quase todas les paul da vintage, veio com dois knobs de volume soltos, mais isso e fácil de consertar  e as vezes pode vim trastejando também, mais felizmente a minha não veio.

Está ai o meu review da guitarra vintage AFD paradise, uma les paul de verdade, pra quem procura uma boa les paul e essa, acho que e muito superior as epiphone, em questão de madeira, ferragens,captação, em tudo e superior as epiphone, por isso pesquisem muito antes de comprarem uma guitarra pra depois não se
 arrepender.


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Roy Buchanan: o exemplo obscuro de um amante das seis cordas

Se na história da música as memórias são usualmente feitas em nome do primor musical, talento ou músicos encrenqueiros há também o grupo dos injustiçados. Aqueles que foram famosos, mas nunca obtiveram reconhecimento à altura de seu potencial. Roy Buchanan está no hall da fama dos menos conhecidos. O que é curioso, pois a sua história tem todos os elementos de mitos da música. Ele criou e desenvolveu estilo e técnica própria, serviu de exemplo para rockstars que vieram depois de seu legado, deu um nome a sua guitarra e ainda teve uma morte obscura, ou seja, tudo aquilo que o manual de “como se tornar uma lenda da música” exige.

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Seu pai era um pastor evangélico e foi por conta disso que ele teve contato com os ricos elementos da música negra. O gospel ressoava nos tímpanos do pequeno Leroy, que quando tinha cerca de cinco anos e brincava com seu violão de aço. Para ele, ter começado a ouvir música dentro do ambiente religioso foi marcante no que diz respeito ao desenvolver de sua personalidade musical. É possível comparar sua maneira de tocar como a de um pastor pregar. O som começa baixo e calmo e conforme o tempo passa o volume aumenta, a velocidade cresce e quem está ouvindo entra em clímax.
Aos nove, quando ganhou de seus pais uma Rickenbacker vermelha, começou a ter aulas com a Sra. Clara Louese. Há uma história curiosa sobre os três anos que Roy tomou aulas com ela. Sua professora ficou sabendo de uma notícia que a fez chorar: Buchanan não sabia ler partitura musical. O garoto tocava tudo de ouvido! Talvez esse começo um pouco torto do ponto de vista técnico, fez com que ele desenvolvesse o feeling de maneira incrível.
Simplicidade foi uma característica do guitarrista, que mais tarde quando muito, usava um digital delay. Costumava plugar sua ‘Nancy’ – uma Telecaster amarela de 1953, direto no amplificador Fender com o ganho no 10´. Com sua técnica e peculiaridade pode-se dizer que ele deu continuidade ao uso da Telecaster no mundo do blues.
Buchanan era com certeza músico dos palcos. Seu desejo era apenas de compartilhar suas catarses criativas com seus espectadores. Sempre teve aversão a ser o centro das atenções, pois preferia passar tempo com sua família e amigos. Por esse motivo, são escassas as informações sobre sua vida pessoal. Em entrevistas, ele mesmo afirmava que o showbizz o assustava.
Aos doze anos ele já era o prodígio instrumentista de uma banda chamada The Waw Keen Valley Boys, na época em que ainda morava em San Joaquin Valley, na Califórnia - apesar de ter nascido em Ozark, Alabama. As coisas começaram a mudar quando Buchanan foi para a cidade grande. Aos 16 anos se mudava para Los Angeles, e lá formaria uma banda com o futuro baterista do Jefferson Airplane - Spencer Dryden, chamada Heartbeats. Mas as coisas não foram muito longe com sua nova banda. Durante uma turnê ao sul da Califórnia, eles foram abandonados pelo seu empresário e sem recursos para poder seguir em frente, encerraram a turnê. Sem problemas.
A estrada é a melhor companheira de um guitarrista de blues. Então, Buchanan decidiu que não era o momento de voltar para LA e rumou para Tulsa. Foi a melhor coisa que poderia ter feito.
Em Tulsa, Buchanan conseguiu um emprego como guitarrista da Oklahoma Bandstand. Havia um show marcado com o “tornado humano” Dale Hawkins – que na época estourava com sua composição “Susie Q” (Após alguns anos Buchanan revelou que na verdade a música era originalmente de Howlin´Wolf e que Hawkins havia apenas dado uma maquiada na versão original). Hawkins sempre foi reconhecido por escolher muito bem seus músicos, especialmente os guitarristas. Já tinha tocado com Scotty Moore, Sonny Jones, Carl Adams entre outros. Não era difícil perceber que o jovem Buchanan estava no lugar certo fazendo o que tinha talento para fazer. Depois desse show é que começou a carreira de rock and roll de Buchanan, pois agora – em uma época em que Elvis estourava as gargantas das menininhas e James Dean estava vivo – ele tocava com um músico do mainstream. Dale Hawkins contratara o garoto.
Após acompanhá-lo por um certo tempo na estrada, chegava a hora de ir para o estúdio. E foi via Chess Records que eles gravaram um compacto – naquela época era muito comum músicos gravarem discos com apenas duas músicas, uma de cada lado. Eles lançaram uma versão de “My Babe” de Willie Dixon. Passaram os próximos dois anos em turnê pelos Estados Unidos. Esse tempo foi uma grande escola para Buchanan, que não só se tornava um músico de rock, mas aprendeu a beber e usardrogas. Eles tinham uma boa relação, como afirma Buchanan: “Eu era um dos poucos que agüentava e sabia lidar com Hawkins, pelo menos espiritualmente. Ele era perfecionista, se algo saía errado nós repassávamos quantas vezes fosse necessário”.
Em Outubro de 1960 em Washington, após um show, uma jovem sorridente e com olhar de admiração disse a Buchanan que adorava o jeito que ele tocava sua Telecaster. Um ano depois ele se casaria com essa garota chamada Judy Owens. Nessa época, ele já começava a despontar como o branco que melhor tocava blues nos EUA. E isso arrancou elogios de gente carrancuda e importantíssima na história da música, como Seymour Duncan ou Les Paul que tinha um discurso interessante sobre Roy: “Eu nunca havia ouvido algo como o que Buchanan fazia na época e isso despertou muito interesse em mim. Por exemplo, ele não tocava um arpejo do jeito que você aprende com o seu professor. Ele tinha sua própria maneira de fazer as coisas, tudo sempre de um jeito diferente. Não importava se palhetava ou se tocava com os dedos, ele era com certeza um guitarrista incomum”.
Apesar de ser conhecido dentro do meio musical, ele nunca havia assinado um hit que fosse para as paradas de sucesso. E foi por volta de 1962, quando o baterista Bobby Gregg gravou e autocreditou-se pela música “The Jam”, que Buchanan tomava o primeiro soco na cara da indústria cultural, pois a música tinha riffs compostos por ele em vários trechos e ela foi para o topo das paradas de R&B.
Enquanto Roy ficava louco com o uso de pílulas e barbitúricos, digerindo sua primeira frustação, nascia seu primeiro filho. Como conseqüência desse acontecimento ele se mudou para Mt. Rainier, Maryland e foi morar com sua sogra. Pelos próximos anos ele passaria seu tempo tocando com bandas locais, nos arredores de Washington uma vez que muitos músicos americanos estavam sendo menosprezados por conta da invasão britânica. The Who, Cream, Beatles eram preferência. E novamente Roy encarava outro momento de frustração, quando viu um pedal de wah wah, em 1968 num show de Hendrix no hotel Hilton de Washington que era capaz de produzir um som já patenteado pelo músico, mas ao simples alcance de uma pisada e com melhoras técnicas referentes à potencia. O wah wah Buchaniano era feito pela manipulação do knob de tonalidade de sua Telecaster, desde o começo da década de 50.
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E nesta época obscura Buchanan já tinha seis filhos e trabalhava de dia como barbeiro para poder contribuir com o orçamento de casa. Um dia um cliente entrou na barbearia empunhando uma Fender Telecaster 53´ amarela. Buchanan sentiu que aquela guitarra lhe pertencia. Interrompeu o seu trabalho e foi perguntar para o cliente onde ele havia conseguido a guitarra e se por acaso ele aceitaria trocá-la, prometendo assim, conseguir a guitarra mais bela que já tinha visto para trocar pela Tele amarela – que seria batizada de ‘Nancy’ seu futuro xodó. Conseguiu com um amigo uma Telecaster roxa e trocou de instrumento. Por esse período – em Julho de 69 - o guitarrista Brian Jones dos Rolling Stones havia morrido e eles procuravam por um substituto. Roy foi convidado e recusou o convite, alegando que não gostaria de entrar em turnê com uma banda que possuía uma ‘imagem’ diferente da que ele passava. Contudo, passado algum tempo da recusa ele alegou à imprensa que aprender o repertório dos Stones seria muito difícil.
Em 1970 o canal de televisão de Washington WNET, produziu um documentário sobre o ‘Melhor Guitarrista Desconhecido do Mundo’. Produzido por John Adams, seu conteúdo estava recheado de depoimentos sinceros de Buchanan, carregados com o seu ranço pela indústria de música. “Eu provavelmente nunca me tornei famoso porque eu não me importo se sou ou não famoso. A única coisa que sempre quis foi aprender a tocar guitarra de maneira autodidata. Você é que determina suas metas para o sucesso. E quando as alcança não significa necessariamente que você será uma grande estrela e encherá os bolsos de dinheiro. Você sentirá no seu coração se é bem sucedido ou não”. Nesses tempos ele costumava tocar de costas para o público, com medo que alguém fosse roubar seu estilo de tocar guitarra.
Apesar de tocar com várias bandas, Buchanan tinha sua banda fixa chamada The Snakestretchers. E alegando esse motivo recusou mais um ótimo convite, feito desta vez por Eric Clapton, para integrar o Derek And The Dominoes. E em 1972 ele lança "Buck & The Snake Stretchers". Com a boa repercussão e aparições na televisão e no Washington Post, ele consegui um contrato para três discos com a Polydor. Lançava então, em julho de 72, seu primeiro disco solo que tinha apenas o seu nome na capa, sem qualquer título. Três meses depois já tinha gravado todo o material para o segundo disco. Parecia que Buchanan já estava cansado de tocar em pequenos bares, e finalmente, o caminho da fama parecia estar sendo trilhado.
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Seu segundo trabalho foi lançado no começo de 1973, com o título nada original de "Second Album". Se o título não tem personalidade o mesmo não podemos dizer sobre as músicas que são conduzidas pelo timbre agudo e rasgante de Buchanan. Nesse disco o ‘pinch harmonic’ presenteia nossos ouvidos e ao longo das músicas podemos perceber como sua técnica pessoal está presente, especialmente nos solos. O ‘pinch harmonic’ era uma forma de palhetar usando uma palheta, a ponta do dedão e o polegar ao mesmo tempo, suprimindo parcialmente o soar da nota, fazendo com que a guitarra “grite”. Atualmente o guitarrista mais conhecido por tocar com essa técnica é Zakk Wylde.
Seu terceiro disco de 1973 intitulado “That´s what I´m Here For”, obteve baixas vendagens e críticas negativas. Mas isso não impediu que o guitarrista fizesse uma turnê mesmo com as poucas expectativas dos executivos da Polydor. Impressionante é a arrogância de Buchanan, pois durante a gravação desse disco ele jogou em um triturador de lixo mais uma boa oportunidade para sua carreira. No mesmo estúdio onde foram realizadas as gravações de seu terceiro álbum, Jonh Lennon estava fazendo a mixagem de seu disco “Mind Games” e se ofereceu para fazer algum tipo de participação especial, caso o músico desejasse, pois Lennon admirava o estilo marcante de Buchanan. Infelizmente, Roy dispensou o mitológico ex-beatle.Nos anos seguintes ainda pela Polydor ele lançou um disco ao vivo chamado "Live Stock". Era o último disco por essa gravadora.
O lendário Ahmet Ertegun, já queria que Buchanan integrasse o cast da Atlantic desde quando vira o guitarrista tocar no Carnegie Hall em 1972, e recebendo um adiantamento financeiro foi para o estúdio gravar a “Street Called Straight” – algo como “Uma rua chamada correta” – em alusão a sua tentativa de manter-se sóbrio e longe de drogas.
O primeiro disco via Atlantic, "Loading Zone", de 77, foi produzido pelo baixista de fusion Stanley Clarke e nele está a clássica "Green Onions" com um dueto com o Booker T. & the MG´s. A faixa não foi gravada como soa. Stanley acelerou as partes de Buchanan sem avisá-lo, para dar nova textura à faixa e isso alimentou atritos entre os dois. Nesse ano ele também lançou um disco ao vivo, gravado no Japão.
As coisas não começaram muito bem em 1978. O próximo disco, “You´re Not Alone” não foi feito com empolgação. Buchanan quase sempre chegava atrasado e sem nada ou com idéias muito básicas para suas músicas. No final tudo acabou ficando jogado no colo de Stanley Clarke, que trabalhava mais nas faixas do que o próprio Buchanan. Como resultado, ele saiu da gravadora.
Passou os próximos dois anos sem lançar nenhum disco, fazendo pequenas turnês como sideman e tocando em bares. Em uma tentativa de se libertar de qualquer tipo de problema, seja com produtores ou com a própria gravadora – que costuma cobrá-lo por não ser um músico que esvaziava as prateleiras, em 1980 ele resolveu autoproduzir-se no disco “My Babe”, com o intuito de proteger-se de qualquer problema que pudesse surgir. O disco foi distribuído pela independente Waterhouse Records.
Curioso é Buchanan decidir em 1981 que não gravaria mais nenhum disco, pois sentía-se pressionado por grandes gravadoras que sempre tentaram alisar sua música para torná-la mais abrangente ao público geral. Mesmo depois de ser seu próprio produtor, parecia sentir uma pressão interna. Seja por ser um músico muito mais famoso entre os músicos, ou por não conseguir se livrar das drogas.
Entretanto surgiu uma saída para Buchanan. A gravadora de blues Alligator parecia ser uma casa perfeita, pois não era nem muito grande – assim como Roy – mas estava longe de ser insignificante. O resultado de um bluesman em uma gravadora segmentada foi o “When a Guitar Plays the Blues” de 1985. A liberdade fez com que Roy voasse e o disco passou cerca de 13 semanas na Billboard. Como resultado excursionou pela Austrália, Estados Unidos e Europa.
Nos anos que seguiram lançou mais dois discos pela Alligator. “Dancing on the Edge”(86) e “Hot Wires” (87). Tudo parecia começar a dar certo, pois Roy trabalhava com liberdade, fazia turnês e sua popularidade crescia. Ele pensava na época em fazer um disco todo instrumental. Mas no dia 14 de Agosto de 1988 as coisas mudariam novamente...
Buchanan saiu para comprar cigarros e parou em um bar local para beber. Voltou para casa absolutamente embriagado e agressivo. Judy sua mulher, assustada com o estado do marido chamou a polícia. Buchanan pegou o telefone, arremessou-o no parede e saiu para a rua. Após uma busca no bairro os policiais o encontraram vagando e o prenderam, alegando intoxicação por drogas. O sherife Carl Peed o acomodou na cela R-45 e deu continuidade ao seu trabalho. A história diz que um dos guardas que estava de plantão encontrou o músico pendurado pelo pescoço por sua camiseta. Até hoje não se sabe se ele foi violentado ou se realmente se matou. O mistério sobre sua morte permanece, pois apesar das dificuldades que enfrentou, ele não tinha motivos suficientes para se matar.
No final das contas, o guitarrista que preferia alcançar as notas desejadas com bends, que soava pegando fogo com seus harmônicos e que influenciou Jeff Beck, John Lennon e Eric Clapton teve uma carreira que nunca – injustamente – ressoou aos ouvidos de todos.
Adaptado de:

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Guitarras com floyd rose com preço acessível existe?

A procura aqui no Brasil por este tipo de guitarra, com floyd, e grande, mas muitos caem em roubadas comprar uma porcaria de guitarra, muitos iniciantes também preferem as com floyd por só ser questão de aparência se você e iniciante eu "não" recomendaria comprar guitarra com floyd, porque e um tipo de ponte que exige muito do dono, digo em termos de afinação tem que mexer na ponte também para afinar, e tem vez que a ponte desregula também ai tem que ir la atrás da guitarra abrir aquela tampa e ajustar as molas até se igualar com o nível da madeira, isso tudo e um processo meio demorado principalmente quando vai trocar as cordas que as vezes colocamos um calibre diferente e além de ajustar o tensor temos que ajustar a floyd também.
Já nas questões de roubadas e quando você compra uma guitarra barata com floyd essas guitarras com floyd que não prestam estão hoje no mercado entre 500 a 1000 R$, e um tipo de floyd barato feito na china com um material péssimo então pesquise bastante antes de comprar sua guitarra.

Guitarras Com floyd a preços acessíveis:

LTD M-300


Bela guitarra da LTD que e sub marca da ESP, porém no Brasil muitos pensam que LTD e uma marca e não sub marca, mas quando forem olhar os preços da ESP la fora são muito caras mais que Gibson por isso não importam muitas guitarras ESP aqui pro Brasil por isso, quem vai comprar uma guitarra dessas por um super preço.
a floyd dela e bem legal andei pesquisando e vi muita gente falando bem da floyd.

Ibanez RG 350.


Ótima guitarra e uma superstrato tipica da ibanez com corpo em basswood e braço e maple, a floyd rose dela e uma edge zero II, que segundo a ibanez proporciona uma menor perda de afinação, e não precisa retirar aquela tampa traseira da guitarra para regular a floyd ela já vem com um knob atrás especifico para isso, a única coisa contra essa guitarra e que as ibanez preta deste modelo, o escudo vai ficando preto com o passar dos tempos pelo desgaste mais as com as brancas que tem o escudo perolado não acontecem isso.

Cort X-11



Com ponte double locking II, pesquisando muitos acham a ponte boa em fóruns pela internet, a ponte tem o sistema double locking como já dito assim este sistema apenas impede que a ponte volte para trás impede que você alavanque para trás só podendo alavancar para frente ou seja transforma a floyd rose em uma ponte tremolo.

Cort Viva Gold II.
Essa e igual a cort já apresentada acima, mais muda algumas coisas como madeira e claro e a ponte e a mesma coisa sendo que e o sistema double locking III o que e igual ao double locking II a unica coisa que muda e o desing.

E e isso ai ainda existem outras guitarras com floyd boas como algumas jackson soloist, o que muitos acham e porque se a guitarra e da jackson por exemplo ai vê uma jackson barata pensa que e igual a uma top de linha, você ta totalmente errado, e quando tiver uma guitarra com floyd não vai ficar igual o Steve Vai não dando aquelas alavancadas exageradas que sua guitarra vai quebrar e seu luthier vai ficar feliz com a grana que tu vai ter que pagar pra ele consertar a guitarra o que e quase o mesmo preço da guitarra nova.