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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Roy Buchanan: o exemplo obscuro de um amante das seis cordas

Se na história da música as memórias são usualmente feitas em nome do primor musical, talento ou músicos encrenqueiros há também o grupo dos injustiçados. Aqueles que foram famosos, mas nunca obtiveram reconhecimento à altura de seu potencial. Roy Buchanan está no hall da fama dos menos conhecidos. O que é curioso, pois a sua história tem todos os elementos de mitos da música. Ele criou e desenvolveu estilo e técnica própria, serviu de exemplo para rockstars que vieram depois de seu legado, deu um nome a sua guitarra e ainda teve uma morte obscura, ou seja, tudo aquilo que o manual de “como se tornar uma lenda da música” exige.

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Seu pai era um pastor evangélico e foi por conta disso que ele teve contato com os ricos elementos da música negra. O gospel ressoava nos tímpanos do pequeno Leroy, que quando tinha cerca de cinco anos e brincava com seu violão de aço. Para ele, ter começado a ouvir música dentro do ambiente religioso foi marcante no que diz respeito ao desenvolver de sua personalidade musical. É possível comparar sua maneira de tocar como a de um pastor pregar. O som começa baixo e calmo e conforme o tempo passa o volume aumenta, a velocidade cresce e quem está ouvindo entra em clímax.
Aos nove, quando ganhou de seus pais uma Rickenbacker vermelha, começou a ter aulas com a Sra. Clara Louese. Há uma história curiosa sobre os três anos que Roy tomou aulas com ela. Sua professora ficou sabendo de uma notícia que a fez chorar: Buchanan não sabia ler partitura musical. O garoto tocava tudo de ouvido! Talvez esse começo um pouco torto do ponto de vista técnico, fez com que ele desenvolvesse o feeling de maneira incrível.
Simplicidade foi uma característica do guitarrista, que mais tarde quando muito, usava um digital delay. Costumava plugar sua ‘Nancy’ – uma Telecaster amarela de 1953, direto no amplificador Fender com o ganho no 10´. Com sua técnica e peculiaridade pode-se dizer que ele deu continuidade ao uso da Telecaster no mundo do blues.
Buchanan era com certeza músico dos palcos. Seu desejo era apenas de compartilhar suas catarses criativas com seus espectadores. Sempre teve aversão a ser o centro das atenções, pois preferia passar tempo com sua família e amigos. Por esse motivo, são escassas as informações sobre sua vida pessoal. Em entrevistas, ele mesmo afirmava que o showbizz o assustava.
Aos doze anos ele já era o prodígio instrumentista de uma banda chamada The Waw Keen Valley Boys, na época em que ainda morava em San Joaquin Valley, na Califórnia - apesar de ter nascido em Ozark, Alabama. As coisas começaram a mudar quando Buchanan foi para a cidade grande. Aos 16 anos se mudava para Los Angeles, e lá formaria uma banda com o futuro baterista do Jefferson Airplane - Spencer Dryden, chamada Heartbeats. Mas as coisas não foram muito longe com sua nova banda. Durante uma turnê ao sul da Califórnia, eles foram abandonados pelo seu empresário e sem recursos para poder seguir em frente, encerraram a turnê. Sem problemas.
A estrada é a melhor companheira de um guitarrista de blues. Então, Buchanan decidiu que não era o momento de voltar para LA e rumou para Tulsa. Foi a melhor coisa que poderia ter feito.
Em Tulsa, Buchanan conseguiu um emprego como guitarrista da Oklahoma Bandstand. Havia um show marcado com o “tornado humano” Dale Hawkins – que na época estourava com sua composição “Susie Q” (Após alguns anos Buchanan revelou que na verdade a música era originalmente de Howlin´Wolf e que Hawkins havia apenas dado uma maquiada na versão original). Hawkins sempre foi reconhecido por escolher muito bem seus músicos, especialmente os guitarristas. Já tinha tocado com Scotty Moore, Sonny Jones, Carl Adams entre outros. Não era difícil perceber que o jovem Buchanan estava no lugar certo fazendo o que tinha talento para fazer. Depois desse show é que começou a carreira de rock and roll de Buchanan, pois agora – em uma época em que Elvis estourava as gargantas das menininhas e James Dean estava vivo – ele tocava com um músico do mainstream. Dale Hawkins contratara o garoto.
Após acompanhá-lo por um certo tempo na estrada, chegava a hora de ir para o estúdio. E foi via Chess Records que eles gravaram um compacto – naquela época era muito comum músicos gravarem discos com apenas duas músicas, uma de cada lado. Eles lançaram uma versão de “My Babe” de Willie Dixon. Passaram os próximos dois anos em turnê pelos Estados Unidos. Esse tempo foi uma grande escola para Buchanan, que não só se tornava um músico de rock, mas aprendeu a beber e usardrogas. Eles tinham uma boa relação, como afirma Buchanan: “Eu era um dos poucos que agüentava e sabia lidar com Hawkins, pelo menos espiritualmente. Ele era perfecionista, se algo saía errado nós repassávamos quantas vezes fosse necessário”.
Em Outubro de 1960 em Washington, após um show, uma jovem sorridente e com olhar de admiração disse a Buchanan que adorava o jeito que ele tocava sua Telecaster. Um ano depois ele se casaria com essa garota chamada Judy Owens. Nessa época, ele já começava a despontar como o branco que melhor tocava blues nos EUA. E isso arrancou elogios de gente carrancuda e importantíssima na história da música, como Seymour Duncan ou Les Paul que tinha um discurso interessante sobre Roy: “Eu nunca havia ouvido algo como o que Buchanan fazia na época e isso despertou muito interesse em mim. Por exemplo, ele não tocava um arpejo do jeito que você aprende com o seu professor. Ele tinha sua própria maneira de fazer as coisas, tudo sempre de um jeito diferente. Não importava se palhetava ou se tocava com os dedos, ele era com certeza um guitarrista incomum”.
Apesar de ser conhecido dentro do meio musical, ele nunca havia assinado um hit que fosse para as paradas de sucesso. E foi por volta de 1962, quando o baterista Bobby Gregg gravou e autocreditou-se pela música “The Jam”, que Buchanan tomava o primeiro soco na cara da indústria cultural, pois a música tinha riffs compostos por ele em vários trechos e ela foi para o topo das paradas de R&B.
Enquanto Roy ficava louco com o uso de pílulas e barbitúricos, digerindo sua primeira frustação, nascia seu primeiro filho. Como conseqüência desse acontecimento ele se mudou para Mt. Rainier, Maryland e foi morar com sua sogra. Pelos próximos anos ele passaria seu tempo tocando com bandas locais, nos arredores de Washington uma vez que muitos músicos americanos estavam sendo menosprezados por conta da invasão britânica. The Who, Cream, Beatles eram preferência. E novamente Roy encarava outro momento de frustração, quando viu um pedal de wah wah, em 1968 num show de Hendrix no hotel Hilton de Washington que era capaz de produzir um som já patenteado pelo músico, mas ao simples alcance de uma pisada e com melhoras técnicas referentes à potencia. O wah wah Buchaniano era feito pela manipulação do knob de tonalidade de sua Telecaster, desde o começo da década de 50.
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E nesta época obscura Buchanan já tinha seis filhos e trabalhava de dia como barbeiro para poder contribuir com o orçamento de casa. Um dia um cliente entrou na barbearia empunhando uma Fender Telecaster 53´ amarela. Buchanan sentiu que aquela guitarra lhe pertencia. Interrompeu o seu trabalho e foi perguntar para o cliente onde ele havia conseguido a guitarra e se por acaso ele aceitaria trocá-la, prometendo assim, conseguir a guitarra mais bela que já tinha visto para trocar pela Tele amarela – que seria batizada de ‘Nancy’ seu futuro xodó. Conseguiu com um amigo uma Telecaster roxa e trocou de instrumento. Por esse período – em Julho de 69 - o guitarrista Brian Jones dos Rolling Stones havia morrido e eles procuravam por um substituto. Roy foi convidado e recusou o convite, alegando que não gostaria de entrar em turnê com uma banda que possuía uma ‘imagem’ diferente da que ele passava. Contudo, passado algum tempo da recusa ele alegou à imprensa que aprender o repertório dos Stones seria muito difícil.
Em 1970 o canal de televisão de Washington WNET, produziu um documentário sobre o ‘Melhor Guitarrista Desconhecido do Mundo’. Produzido por John Adams, seu conteúdo estava recheado de depoimentos sinceros de Buchanan, carregados com o seu ranço pela indústria de música. “Eu provavelmente nunca me tornei famoso porque eu não me importo se sou ou não famoso. A única coisa que sempre quis foi aprender a tocar guitarra de maneira autodidata. Você é que determina suas metas para o sucesso. E quando as alcança não significa necessariamente que você será uma grande estrela e encherá os bolsos de dinheiro. Você sentirá no seu coração se é bem sucedido ou não”. Nesses tempos ele costumava tocar de costas para o público, com medo que alguém fosse roubar seu estilo de tocar guitarra.
Apesar de tocar com várias bandas, Buchanan tinha sua banda fixa chamada The Snakestretchers. E alegando esse motivo recusou mais um ótimo convite, feito desta vez por Eric Clapton, para integrar o Derek And The Dominoes. E em 1972 ele lança "Buck & The Snake Stretchers". Com a boa repercussão e aparições na televisão e no Washington Post, ele consegui um contrato para três discos com a Polydor. Lançava então, em julho de 72, seu primeiro disco solo que tinha apenas o seu nome na capa, sem qualquer título. Três meses depois já tinha gravado todo o material para o segundo disco. Parecia que Buchanan já estava cansado de tocar em pequenos bares, e finalmente, o caminho da fama parecia estar sendo trilhado.
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Seu segundo trabalho foi lançado no começo de 1973, com o título nada original de "Second Album". Se o título não tem personalidade o mesmo não podemos dizer sobre as músicas que são conduzidas pelo timbre agudo e rasgante de Buchanan. Nesse disco o ‘pinch harmonic’ presenteia nossos ouvidos e ao longo das músicas podemos perceber como sua técnica pessoal está presente, especialmente nos solos. O ‘pinch harmonic’ era uma forma de palhetar usando uma palheta, a ponta do dedão e o polegar ao mesmo tempo, suprimindo parcialmente o soar da nota, fazendo com que a guitarra “grite”. Atualmente o guitarrista mais conhecido por tocar com essa técnica é Zakk Wylde.
Seu terceiro disco de 1973 intitulado “That´s what I´m Here For”, obteve baixas vendagens e críticas negativas. Mas isso não impediu que o guitarrista fizesse uma turnê mesmo com as poucas expectativas dos executivos da Polydor. Impressionante é a arrogância de Buchanan, pois durante a gravação desse disco ele jogou em um triturador de lixo mais uma boa oportunidade para sua carreira. No mesmo estúdio onde foram realizadas as gravações de seu terceiro álbum, Jonh Lennon estava fazendo a mixagem de seu disco “Mind Games” e se ofereceu para fazer algum tipo de participação especial, caso o músico desejasse, pois Lennon admirava o estilo marcante de Buchanan. Infelizmente, Roy dispensou o mitológico ex-beatle.Nos anos seguintes ainda pela Polydor ele lançou um disco ao vivo chamado "Live Stock". Era o último disco por essa gravadora.
O lendário Ahmet Ertegun, já queria que Buchanan integrasse o cast da Atlantic desde quando vira o guitarrista tocar no Carnegie Hall em 1972, e recebendo um adiantamento financeiro foi para o estúdio gravar a “Street Called Straight” – algo como “Uma rua chamada correta” – em alusão a sua tentativa de manter-se sóbrio e longe de drogas.
O primeiro disco via Atlantic, "Loading Zone", de 77, foi produzido pelo baixista de fusion Stanley Clarke e nele está a clássica "Green Onions" com um dueto com o Booker T. & the MG´s. A faixa não foi gravada como soa. Stanley acelerou as partes de Buchanan sem avisá-lo, para dar nova textura à faixa e isso alimentou atritos entre os dois. Nesse ano ele também lançou um disco ao vivo, gravado no Japão.
As coisas não começaram muito bem em 1978. O próximo disco, “You´re Not Alone” não foi feito com empolgação. Buchanan quase sempre chegava atrasado e sem nada ou com idéias muito básicas para suas músicas. No final tudo acabou ficando jogado no colo de Stanley Clarke, que trabalhava mais nas faixas do que o próprio Buchanan. Como resultado, ele saiu da gravadora.
Passou os próximos dois anos sem lançar nenhum disco, fazendo pequenas turnês como sideman e tocando em bares. Em uma tentativa de se libertar de qualquer tipo de problema, seja com produtores ou com a própria gravadora – que costuma cobrá-lo por não ser um músico que esvaziava as prateleiras, em 1980 ele resolveu autoproduzir-se no disco “My Babe”, com o intuito de proteger-se de qualquer problema que pudesse surgir. O disco foi distribuído pela independente Waterhouse Records.
Curioso é Buchanan decidir em 1981 que não gravaria mais nenhum disco, pois sentía-se pressionado por grandes gravadoras que sempre tentaram alisar sua música para torná-la mais abrangente ao público geral. Mesmo depois de ser seu próprio produtor, parecia sentir uma pressão interna. Seja por ser um músico muito mais famoso entre os músicos, ou por não conseguir se livrar das drogas.
Entretanto surgiu uma saída para Buchanan. A gravadora de blues Alligator parecia ser uma casa perfeita, pois não era nem muito grande – assim como Roy – mas estava longe de ser insignificante. O resultado de um bluesman em uma gravadora segmentada foi o “When a Guitar Plays the Blues” de 1985. A liberdade fez com que Roy voasse e o disco passou cerca de 13 semanas na Billboard. Como resultado excursionou pela Austrália, Estados Unidos e Europa.
Nos anos que seguiram lançou mais dois discos pela Alligator. “Dancing on the Edge”(86) e “Hot Wires” (87). Tudo parecia começar a dar certo, pois Roy trabalhava com liberdade, fazia turnês e sua popularidade crescia. Ele pensava na época em fazer um disco todo instrumental. Mas no dia 14 de Agosto de 1988 as coisas mudariam novamente...
Buchanan saiu para comprar cigarros e parou em um bar local para beber. Voltou para casa absolutamente embriagado e agressivo. Judy sua mulher, assustada com o estado do marido chamou a polícia. Buchanan pegou o telefone, arremessou-o no parede e saiu para a rua. Após uma busca no bairro os policiais o encontraram vagando e o prenderam, alegando intoxicação por drogas. O sherife Carl Peed o acomodou na cela R-45 e deu continuidade ao seu trabalho. A história diz que um dos guardas que estava de plantão encontrou o músico pendurado pelo pescoço por sua camiseta. Até hoje não se sabe se ele foi violentado ou se realmente se matou. O mistério sobre sua morte permanece, pois apesar das dificuldades que enfrentou, ele não tinha motivos suficientes para se matar.
No final das contas, o guitarrista que preferia alcançar as notas desejadas com bends, que soava pegando fogo com seus harmônicos e que influenciou Jeff Beck, John Lennon e Eric Clapton teve uma carreira que nunca – injustamente – ressoou aos ouvidos de todos.
Adaptado de:

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Guitarras com floyd rose com preço acessível existe?

A procura aqui no Brasil por este tipo de guitarra, com floyd, e grande, mas muitos caem em roubadas comprar uma porcaria de guitarra, muitos iniciantes também preferem as com floyd por só ser questão de aparência se você e iniciante eu "não" recomendaria comprar guitarra com floyd, porque e um tipo de ponte que exige muito do dono, digo em termos de afinação tem que mexer na ponte também para afinar, e tem vez que a ponte desregula também ai tem que ir la atrás da guitarra abrir aquela tampa e ajustar as molas até se igualar com o nível da madeira, isso tudo e um processo meio demorado principalmente quando vai trocar as cordas que as vezes colocamos um calibre diferente e além de ajustar o tensor temos que ajustar a floyd também.
Já nas questões de roubadas e quando você compra uma guitarra barata com floyd essas guitarras com floyd que não prestam estão hoje no mercado entre 500 a 1000 R$, e um tipo de floyd barato feito na china com um material péssimo então pesquise bastante antes de comprar sua guitarra.

Guitarras Com floyd a preços acessíveis:

LTD M-300


Bela guitarra da LTD que e sub marca da ESP, porém no Brasil muitos pensam que LTD e uma marca e não sub marca, mas quando forem olhar os preços da ESP la fora são muito caras mais que Gibson por isso não importam muitas guitarras ESP aqui pro Brasil por isso, quem vai comprar uma guitarra dessas por um super preço.
a floyd dela e bem legal andei pesquisando e vi muita gente falando bem da floyd.

Ibanez RG 350.


Ótima guitarra e uma superstrato tipica da ibanez com corpo em basswood e braço e maple, a floyd rose dela e uma edge zero II, que segundo a ibanez proporciona uma menor perda de afinação, e não precisa retirar aquela tampa traseira da guitarra para regular a floyd ela já vem com um knob atrás especifico para isso, a única coisa contra essa guitarra e que as ibanez preta deste modelo, o escudo vai ficando preto com o passar dos tempos pelo desgaste mais as com as brancas que tem o escudo perolado não acontecem isso.

Cort X-11



Com ponte double locking II, pesquisando muitos acham a ponte boa em fóruns pela internet, a ponte tem o sistema double locking como já dito assim este sistema apenas impede que a ponte volte para trás impede que você alavanque para trás só podendo alavancar para frente ou seja transforma a floyd rose em uma ponte tremolo.

Cort Viva Gold II.
Essa e igual a cort já apresentada acima, mais muda algumas coisas como madeira e claro e a ponte e a mesma coisa sendo que e o sistema double locking III o que e igual ao double locking II a unica coisa que muda e o desing.

E e isso ai ainda existem outras guitarras com floyd boas como algumas jackson soloist, o que muitos acham e porque se a guitarra e da jackson por exemplo ai vê uma jackson barata pensa que e igual a uma top de linha, você ta totalmente errado, e quando tiver uma guitarra com floyd não vai ficar igual o Steve Vai não dando aquelas alavancadas exageradas que sua guitarra vai quebrar e seu luthier vai ficar feliz com a grana que tu vai ter que pagar pra ele consertar a guitarra o que e quase o mesmo preço da guitarra nova.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Frankenstein + stratocaster = Frankenstrat



Muitas pessoas conhecem essa guitarra meio que "bizarra" Feita por o Van Halen na verdade foi sua primeira guitarra, ele comprou somente corpo e braço, o corpo foi comprado por 80 dólares e o braço foi comprado por 50 dólares e o captador foi retirado de uma gibson flying v.



Embora ele só teria gastado 130 dólares acho que mais com outras peças, a guitarra era muito boa isto e uma prova de que para fazer uma boa guitarra não precisa de muito, isso nos EUA nê, a guitarra e com corpo em alder e braço em maple, a floyd trata-se de uma floyd original acho que feita com materiais de ótima qualidade, mas tenho certeza de que quando o Van Halen construiu essa guitarra não usou este tipo de floyd. A floyd e sem o "back box" ou seja funciona só como uma tremolo mais da um visual a mais nessa guitarra.
Varias marcas de guitarras famosas fizeram uma copia deste modelo de guitarra : fender, chravel, kramer e etc.A replica que a fender fez ficou perfeita e ficou perfeita no visual e no preço, por isso acho que com muito menos pouco você faz uma copia perfeita dessa guitarra.
Quanto a pintura da guitarra era com listas pretas e brancas mais o Eddie decidiu pintar de vermelho para da mais uma exclusividade a sua guitarra.
A cavidade dos captadores dessa guitarra são tipo "arrombadas" com o humbucker da gibson na ponte o do meio não tem captador da pra ver a fiação dos caps, o da ponte tem um captador mas não funciona e só pra dar um detalhe a mais nessa guitarra que tem vários detalhes anormais.


Uma coisa interessante também na guitarra são as roldanas que são essas iguas a uma arruela.
Essa guitarra e perfeita para os guitarristas como o Van Halen ou seja ou que usam aquelas escalas dificílimas os que fritam a guitarra.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Guitarras da mesma qualidade das originais!

Eu sempre falo nunca vão pela marca pois existe no mercado varias guitarras que tem a mesma qualidade do modelo que eles copiam Exemplo e as burny,Greco,Orville e etc, de guitarras que fazimas copiam tão perfeitas das originais que as empresas os decidiram os processar e foram obrigados a pararem de fabricar as guitarras.


Burny.



As guitarras da burny são foda nunca vi no Brasil pra vender, a questão é que a burny e feita com as mesmas madeiras da gibson e acabamento indentico ou até superior por um preço muito mais barato, exceto no Brasil que se chegarem aqui custam em torno de 6,000.

Greco.

Arquivo: Greco EGF1200 Super Real.JPG

Outra marca foda copiavam as stratocaster da fender e les paul da gibson, se bem que não era uma copia era uma guitarra idêntica até o headstock e o logo da marca era igual, era uma marca japonesa, coisa do Japão ja sabem nê, só podem ser coisa boa, quem tem uma dessas guitarras sabe do que estou falando e uma puta guitarra, procurando pelo ebay achei varias greco por 500,600 dólares o que e um preço de uma epiphone, mais infelizmente em sites brasileiros pesquisando não se acha uma guitarra dessa por menos de 4,000 reais.
Se não me engado essa marca foi da ibanez ou foi dai que surgiram a ibanez.

Orville.




Essa nem se fala se ainda existisse preferia mil vezes uma orville do que uma gibson, a marca foi fundada pelo criador da gibson que se chamava, Orville H. Gibson nem se fala nê se e criador da gibson só pode fazer guitarras da mesma qualidade, mas não chegou a fazer as queridas les paul foram feitas no japão na década de 80.

Todas as marcas de guitarras que citei aqui não existem mais o motivo, a fabrica que possuem o direito dos modelos que eles copiavam o processaram como explicado acima obrigando que parassem a produção, tivemos grande empresas brasileiras também fazendo ótimas guitarras como a finch nos anos 80 e a giannini falo das antigas giannini na boa essas de hoje são uma merda, as squier também já foram boas guitrras na década de 90 mas hoje são muitos inferiores a aquelas antigas.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O que os iniciantes tem que saber.

Muitos iniciantes querem comprar guitarra baratas pensam que uma guitarra de R$200 vai ser igual uma de R$2000, porém e muito ao contrario disso, quando você ouve uma musica em um CD ou algo parecido vê aquele som maravilhoso do solo do artista que você gosta porém você nunca vai conseguir tocar igual ta no CD com sua guitarrinha barata não chega nem perto vamos dizer e um som de berimbau, Por isso que digo aos que vem me perguntar qual guitarra eu compro para iniciar e digo de preferência as guitarras de R$ 1000 pra cima porque são as que prestam, o problema das guitarras baratas e porque além de elas serem ruim a ferragem e péssima de lata de sardinha acho, madeira péssima e a madeira da escala parece um ferro de dura e desconfortável,mas a única guitarra barata que acho que vale a pena e as sx stratocaster as de alder é alder chines mais e bom que são a partir de R$500 reais a captação não e boa nem as ferragens mas troa isso com o tempo, o que acontece e que quando você compra uma guitarra barata logo vai sentir necessidade de querer algo melhor foi o que eu citei acima compre uma guitarra que já venha com pelo menos as ferragens boas que são as guitarras de R$ 1000 reais pra cima digo algumas em torno de R$1500, nunca compre uma guitarra sem pedir a opinião de um que entende nem teime em comprar sabendo que ela não presta pois eu garanto que você ira se arrepender, na questão das les paul recuse recuse mesmo as de braço parafusado e a epiphone special 2 que e uma merda em forma de guitarra, emfim essa foi minha dica, e para os que vão postar comentários ofensivos dizendo que to errado "VAI SE FERRAR PORRA".

sábado, 20 de julho de 2013

Gibson les paul 1959.





Esta guitarra e umas das melhores guitarras da Gibson se não a melhor foi usada pelo grandes artistas Peter
Green e Gary Moore . Bem segundo pesquisas que fiz uns guitarra desta da época chega a custar 1 milhão de dólares , as que a Gibson faz aquelas historic,VOS, etc, são uma copia dessas guitarras mais antigas por um preço muito mais barato vi uma dessa no site da Gibson na verdade copia da 59 por 9 mil dólares ta bem mais barato que 1 milhão ne.






As especificadões da guitarras são tudo top de linha mesmo com um trabalho vintage feito pela Gibson fantástico, como podem olhar nas fotos acima, inclui os lendários capacitores bumblebee, o top de maple da guitarra e só uma madeira não e cortada e colada em dois, o captador do braço e invertido para dar um som incrível, vi uns vídeos com essa guitarra garanto que foi o melhor sustain de guitarra que já vi.










Estarei deixando alguns vídeos com esta super guitarra um video e Parisienne Walkways omo muitos já devem ter ouvido a musica no meio tem um puta feedback que requer o máximo do sustain da sua guitarra, o outro e o review, vejam :








Review Gibson 1959 Les paul standard:





Gary Moore Parisienne Walkways live:
quando vi este video pensei que a guitarra tava com um fernandes sustainer!





vlw!!!!!

sábado, 13 de julho de 2013

Tour pelas fabricas de guitarras.

Olá, hoje vou postar vários vídeos mostrando a tour pelas as maiores marcas de guitarras do mundo, assim você poderá observar como e a fabricação de seus instrumentos.


Gibson:



Fender:

bem esse video e muito antigo achei no you tube e do ano de 1959 quando a fabricação de instrumentos era feito a mãos humanas:
Acredito eu que seja no México, sim quando as fender mexicanas eram boas.




Um tour pela fabrica agora nos dias de hoje:





Ibanez:



Cort:




Prs:

Parte 1:



Parte 2:




Washburn:



Music Man: