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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Philip Catherine: O belga gênio do jazz

Nascido em 1942 o guitarrista de jazz Philip Catherine lançou inúmeros discos e teve participações importantes com grandes artistas da música do cenário europeu.O "jovem django" como foi nomeado pelo baixista Charles Mingus começou a carreira na década de 60. Chet Baker, Dexter Gordon,Buddy Guy e Larry Coryell são exemplos de quem já teve Catherine como parceiro em alguma obra.


Destaca-se participação com a banda de rock progressivo Focus em 1976 - logo após a saída de Akkerman - a banda gravou o Live at the BBC, Catherine demonstrou a sua facilidade em diferentes estilos mantendo o virtuosismo.




Entre os discos mais elaborados estão September Man de 1974, Guitars de 1975 e a participação com o guitarrista Larry Coryell em Twin House de 1977.










Catherine e Coryell vieram ao Brasil no São Paulo-Montreux Jazz Festival de 1978, a dupla encantou
a plateia de acordo com críticos musicais da época.

Artigo extraído da revista POP Nº 73,novembro de 1978.

Coryell & Catherine: Uma Dupla Perfeita (Okky de Souza) 

Larry Coryell & Philip Catherine Quem conhece o LP Twin House, primeiro disco da dupla Larry Coryell/Philip Catherine, sabe que poucas vezes o mundo do jazz assistiu a um "casamento" artístico tão perfeito. E, se o dito popular "os opostos se atraem" também é válido para os casamentos artísticos, eis aí a explicação para o brilhante trabalho que esses dois garotões guitarristas vêm desenvolvendo nos últimos tempos. Larry Coryell é texano mas sempre morou em Nova Iorque. Philip Catherine é inglês, de família e educação belgas. Larry é um representante típico do jazz urbano da east coast dos EUA. Philip faz o modelo jazz de vanguarda europeu, ultimamente com grande influência dos experimentalistas alemães. Larry é observador, atento e faz o gênero superstar. Philip é contemplativo, bon vivant e faz o gênero diplomata.

Do encontro dessas duas personagens antagônicas, no festival de Montreux de 1975, surgiu uma das duplas mais vigorosas do jazz atual. Tão grande foi o sucesso de Twin House - e tamanha a satisfação que ele trouxe a Coryell e Catherine - que a dupla logo tratou de continuar o trabalho através de dois novos LPs. O primeiro chama-se Splendid, é gravado em estúdio e representa uma continuação natural do trabalho iniciado em Twin House. O "segundo novo LP" da dupla foi gravado ao vivo na Alemanha, num concerto já considerado "clássico" pelos fãs da dupla. Segundo declarações de Larry Coryell, foi de longe a melhor apresentação que ambos já fizeram, e ela por sorte foi gravada na íntegra.

Nos bastidores do Festival de Jazz de São Paulo, Coryell explicou aos repórteres os motivos do sucesso de seu casamento artístico: "Eu e Philip entendemos a música de maneira completamente diferente um do outro. Nossas visões e interpretações são sempre opostas. Por isso mesmo, acho, estamos sempre ensinando alguma coisa um ao outro. O Philip colabora com toda aquela complicação cerebral do jazz europeu, e eu mostro a ele como é o blues das grandes cidades americanas. Assim, depois de brigar muito, sempre armados de violões e guitarras, acabamos criando boa música. E o público, que não é tolo nem nada, está compreendendo nosso trabalho. De minha parte, confesso que nem o Eleventh House nem o grupo de Miles Davis me trouxeram tanta satisfação pessoal e profissional quanto esses três LPs com Philip Catherine. Se foi amor à primeira vista? Bem, prefiro dizer que foi uma paíxão fulminante ao primeiro acorde... "




Vale a pena criar interesse por jazz, pesquisem mais sobre o cara ele é fantástico!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Focus uma Banda a Conhecer

Surgida em 1969 na Holanda, a ideia original do Focus era se basear no rock Progressivo, recentemente ouvindo essa banda senti-me muito influenciado depois de muito tempo sem ouvir algo bom.
A Música mais famosa deles é a intitulada "Sylvia" e também "Hocus Pocus", o talento dos musicos em vários estilos musicais renderam essas obras primas.

Vejam os videos:








O Guitarrista Jan Akkerman é destaque. sendo citado como um dos melhores do mundo, não é de se negar que rock progressivo é um estilo bastante complicado de tocar.



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Gary Moore o segredo do Sustain.




Coloquem o vídeo em 3:03



Quem conhece o Gary Moore sabe que ele tinha um grande sustain em suas músicas com a sua Les Paul a mais perceptível e parisienne walkays onde a nota do bend dura por 20 segundos...
O segredo:

Não se trata de sustain e sim feedback( feedback e como se fosse uma microfonia), além de ter em suas mão uma Gibson les paul original de 1959 na turnê  de Still Got The blues Gary usou um soldano slo100( perfeito amplificador), no captador da ponte ainda quando sua Gibson standard 1959 pertenceu a Peter Green, Peter em uma tentativa de concertar o captador inverteu a posição do imã (polaridade)do captador da ponte isso deixou um timbre marcante na guitarra, mogno hondurenho com ótimos pickups, brazilian rosewood..........

O segredo no Feedback do Gary e o ganho do amp que tem que estar pelo menos no 6(bem alto) os pots de tone e volume no máximo......  um compressor também ajudaria, lembrando que Gary M. em seus shows o som dos amps era muito mais muito alto devido ao ganho para se obter o feedback e não o sustain, Gary na verdade tirava um feedback.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Heaven's Guitars: Guitarras que "pareciam" ser de qualidade

Um vídeo postado a um ano e meio vem ganhando views agora, no vídeo trata-se de um ""Raio X"" de ma guitarra da marca nacional  Heaven's, a construção da guitarra e totalmente suja feita de peças chinesas e falsificadas, vídeo abaixo:




Ainda confiam em marcas nacionais ? não acham que o barato pode sair meio caro ?


O que está no site da empresa :

"Com uma proposta vintage, a Heaven`s Guitars trouxe ao mercado uma marca de instrumentos única, que mistura num instrumento, madeiras de qualidade, o melhor hardware e uma arte Relic de muita personalidade. Os instrumentos Heaven`s são modelados em um moderno sistema de usinagem computadorizada com acabamento hand made. Criada em 2009, a marca é uma grande revelação entre os instrumentos Custom Shop. Usada e aprovada por grandes nomes da música brasileira, os produtos têm um conceito forte que une arte e muito sustain."

Foi isso que viram no vídeo acima ?

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O Motivo de Não estar mais postando

Se existe alguém que acompanha o blog viu que não estou fazendo posts, o responsável por isso foi a rotina que mudou imensamente do ano passado para o atual (2014).



A qualquer tempo livre prometo novos posts!

sábado, 8 de março de 2014

Review Guitar Link e Como se faz a instalação correta.

Comprei a interface de áudio mais acessível que existe o guitar link genérico, tanto a copia quando o original da behringer são feitos na mesma fabrica na china o que muda e que o original tem o logo da behringer e o genérico não, mas o som e o mesmo.
Depois de vários minutos tentando configurar isso consegui, quanto ao som não e de se esperar mil maravilhas e apenas uma simples placa de som no meu caso diminuiu um pouco o ruido mas em alguns presets pesados ainda coloco muito gate.
Mas por que não utilizar um adaptador p10/p2 ?
Faz isso e ferra com a placa de som do seu pc, o drive que você instala força a placa ao máximo para diminuir a latência sua placa não ira durar muito, por isso recomendo o uso de uma interface mesmo sendo ela a mais barata que existe.

Como instalar:

Antes de abrir algum Vst instale o drive que veio junto com o CD que acompanha o produto ou se preferir baixe no site da behringer.

-No Guitar Rig
1- o obvio abra o guitar rig:


2- Selecione "file" e em "file" selecione " Audio and MIDI settings"


3- No campo device Selecione Behringer usb audio.
4- Depois vá em ASIO config em USB selecione 48 Khz, output e input.




5- Na aba ASIO em " System peformace " selecione Rapid e em " Application priority " deixe normal



6- Na aba routing em "inputs" Faça como esta na foto abaixo " 1:in 1", "2:in2", os dois ultimos deixe not connected.

                                                 

pronto.

No Amplitube :

1- Abra o amplitube:


2- clique em "file" "Project properites" e coloque em 48k Hz
3- Clique em "File" e  " Audio and MIDI settings" em "panel" e repita as instruções do guitar rig.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Muito antes do Led Zeppelin: A origem da guitarra gêmea

Poucas são as bandas que possuem tamanha fama por controvérsias. Entre acusações de plágio, orgias sexuais e religiosidade satânica, Led Zeppelin foi mestre em incorporar elementos já existentes e transforma-los em algo seu. Vejamos então o que podemos desvendar em relação algumas imagens clássicas do Led Zeppelin.
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Controvérsias em Relação ao Led Zeppelin - Parte 1
A Origem da Guitarra Gêmea
Alguns dias atrás, um leitor perguntou se a guitarra gêmea do Jimmy Page é invenção dele. De fato, a imagem de Page com aquela roupa preta e sua a guitarra  gêmea, como no filme The Song Remains The Same (Rock É Rock Mesmo) é tão forte e tão simbólico, que fica até perfeitamente aceitável a duvida. Contudo, a resposta evidentemente é não. A guitarra gêmea não é uma invenção de Jimmy Page, nem tão pouco é o Page o primeiro a usá-lo. A primeira vez que se usou uma guitarra gêmea, ou seja, uma guitarra com dois braços e que é essencialmente duas guitarras em um só corpo, foi em 1955.
guitarra  gêmea nasceu, aliás, trigêmea e era feita de madeira maciça, pesando quase quatorze quilos, razão pelo qual teve que ser redesenhada, transformando-se então em guitarra gêmea. A historia que eu conheço é a seguinte. A invenção foi de Semie Moseley, um jovem luthier que trabalhava para a fabrica Bigsby de guitarras. Moseley queria trabalhar por conta própria e sabia que se conseguisse que um figurão passasse a usar uma guitarra  sua, ele teria retorno com a divulgação de seu nome para poder montar seu negócio. Ao assistir na televisão um programa musical chamado Town Hall Party que tinha o músico Tex Ritter como apresentador, Moseley ficou impressionado com o guitarrista de country, Joe Maphis. Estando em Los Angeles da década de cinqüenta, Semie Moseley conseguiu junto com um pastor amigo, o contato para conhecer no estúdio de TV, este guitarrista.
Caso nunca terem ouvido falar de Joe Maphis, ele é considerado um dos guitarristas de country, folk e bluegrass mais influentes da música americana, atrás possivelmente apenas de Merle Travis e Chet Atkins. Trabalhou como músico de estúdio com praticamente todo mundo do meio country até o fim da vida. Dizem que antes de Joe Maphis, era a rabeca - o chamado violino caipira, o instrumento mais importante do country. Foi Maphis, na década de trinta que passou a transpor solos de violino para o violão e com isto aumentar a atração para o instrumento. Em dez anos, seu estilo estava sendo copiado por gente como Merle Travis, Chet Atkins e Jimmy Bryant. Em vinte anos seria Cliff Gallup e Eddie Cochran os que estariam tentando adaptar o som de Maphis para o rock emergente.
Maphis ficara basicamente em Virginia fazendo programas de rádio até a década de cinqüenta quando então seguiu o conselho do amigo Merle Travis e buscou fortuna na California com sua futura esposa Rose Lee, que também cantava e tocava o violão. Com sua agilidade e destreza, Joe Maphis rapidamente se tornou um dos músicos mais requisitados de Los Angeles. O que nos leva de volta para o programa de televisão Town Hall Party.
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Semie Moseley chegou e logo ofereceu sua guitarra trigêmea, para o músico. Esta guitarra tinha um baixo, uma guitarra normal de seis cordas e um bandolim, uma oitava acima. Maphis explicou que dado o próprio peso do instrumento, ficava impraticável toca-lo em pé. Ofereceu então sugestões para deixa-lo um pouco mais oco por dentro e portanto mais leve, concluindo que uma guitarra gêmea possivelmente seria um formato mais ideal. Desta maneira, Joe Maphis ganhou o primeiro modelo protótipo da guitarra gêmea que se tem notícia. Sua habilidade e velocidade impressionante fez com que Maphis conseguisse pular de um braço para o outro, conseguindo assim uma gama de variações sonoras inimagináveis até então. A música country começaria a mudar, novamente seguindo o seu exemplo.
Coincidentemente nesta época no programa Town Hall Party, havia outro guitarrista que ficaria famoso por usar uma guitarra gêmea. Isto porque ele estava ao lado de Maphis quando Moseley chegou com o instrumento novo. Veja bem, o programa apresentava regularmente outros talentos musicais e entre os convidados mais consistentes do programa estava uma dupla de irmão/irmã chamado The Collins Kids.
A historia do Collins Kids é curiosa, pois eles estão se tornando uma figura cult relativamente bem conhecidos nos Estados Unidos e Europa agora, a partir da década de noventa, muito graças a internet. Mas sua estória musical profissional espana menos de dez anos entre 1954 e 1962. Nascidos e criados em Pretty Water, cidade de Oklahoma, a menina Lorrie Collins passou a chamar atenção pela bela voz que tinha, passando a cantar em feiras do condado. O seu irmão Larry Collins, dois anos mais novo, passou a dominar o violão e a dupla Collins Kids nasceu. Em 1947, para não privar o seus filhos de uma chance na vida artística, seu pai é convencido pela esposa a vender sua fazenda leiteira e todas as suas vacas para se mudar para California com a família.
Incrivelmente como possa soar, Larry Collins aos onze anos de idade e Lorrie Collins aos treze anos, estavam chamando muita atenção em Los Angeles por tocar rockabilly em 1954, um gênero que não chegaria no oeste até 1957. Conseguem um contrato com a Columbia Records e um spot semanal no programa televisivo Town Hall Party. Apesar da pouca idade, a dupla impressionava, tanto pela voz "bluesy" de Lorrie quanto pelas palhetadas hábeis do menino Larry. Todavia, por causa da pouca idade, jamais foram inteiramente levados a sério pelo grande público. Isto não inibiu Larry de tocar com gente como Joe Maphis e Merle Travis ou de Lorrie cantar dueto com gente como Willie Nelson.
Joe Maphis respeitava tanto o potencial deste menino, que passou a lhe ensinar como se desenvolver mais no instrumento, o que fortificou ainda mais os credenciais de Larry. Joe Maphis e Larry Collins por vários anos trabalharam ocasionalmente juntos, e gravaram vários discos oferecendo duelos interessantes em vinil. Curiosamente, foi somente depois que Maphis passou a trabalhar com o menino Collins que seu estilo passou a incorporar mais elementos do rock, a ponto de Maphis na década de sessenta poder permanecer com um som atualizado, o que levou ele a receber um convite para gravar com os Beach Boys.
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Diferente de Joe Maphis que usaria sua guitarra gêmea apenas em algumas músicas, Larry Collins assumiria o seu instrumento como marca registrada de sua imagem e som. Pois um mês depois de Semie Moseley entregar a primeira guitarra gêmea para Maphis, ele criou um modelo menor e ainda mais leve para Larry Collins. Assim, Maphis e Collins criaram e gravaram diversos duelos incrivelmente instigantes, velozes e musicais. O auge da dupla foi entre os anos de 1957 e 1958. Depois o interesse foi desaparecendo até a Columbia abrir mão da dupla. Em 1962 Lorrie casou e a carreira dos Collins Kids chega a um fim. Larry Collins continuaria como um compositor de mão cheia tendo duas composições suas, "Delta Dawn" e "You're the Reason God Made Oklahoma,"nomeadas para o Grammy Awards.
Estes são então os dois primeiros músicos conhecidos, a tocar uma guitarra gêmea profissionalmente.
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Todavia, só com o intuito de instigar um pouco a imaginação, existiu em 1947 um músico chamado Slim Idaho, do qual pouco se sabe a respeito. Este rapaz tocava em um programa de rádio (o mesmo que tocara Joe Maphis em Virginia) usando uma espécie de bandolim trigêmea. O curioso instrumento e o artista podem ser vistos nesta foto ao lado. Existem gravações da qual Slim Idaho participou. O único exemplo que eu encontrei foi o compacto dos Cowboy Copas que inclui a participação de Slim Idaho nas canções "Jamboree" e "I’m Tired of Playing Santa Claus" lançado pelo selo King Records. Se estiver inclinado a procurar, boa caça...


Fonte: Muito antes do Led Zeppelin: A origem da guitarra gêmea http://whiplash.net/materias/pedepagina/000180-ledzeppelin.html#ixzz2svrxILgh

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Plug in VST X Amp real



Com o avanço da tecnologia (se bem que computador não e uma coisa nova),  permitiu para nós guitarristas ter um orange ou um marshall em um simples em um Vst para computador.
Hoje existem vários, os mais utilizados são guitar rig,amplitube.... Não só existem software desse tipo para guitarra como também para baterias e teclados midi.
Tudo vai depender de qual interface você utiliza quanto mais top a interface mais fiel e o som, muitas bandas optam por gravar músicas nesses Vst por ser práticos e fáceis de usar.
Mas e ai que surge a duvida qual tem o melhor som o amp real ou o virtual?
E uma questão bem difícil de responder como já dito tudo vai depender do seu equipamento ,  ao vivo e claro que um bom valvulado faz a diferença.
Algumas simulações são mais fechadas em alguns amps, tenho a sensação que falta um reverb próprio do amplificador que o Vst não tem.

Alguns vídeos retirados do you tube comparando ambos:








domingo, 5 de janeiro de 2014

Como é o contrato com uma gravadora.

Você tem uma banda independente de rock? Nessa matéria explicamos os principais problemas ao assinar um contrato com alguma grande gravadora.
Um típico contrato é mais ou menos assim:
1 - A gravadora dá uma entrada de U$ 250 mil para os artistas gravarem um álbum.
2 - Os artistas gravam o álbum.
3 - Supondo que o álbum venda 500 mil cópias a U$10 cada, gerando U$5 milhões, a gravadora tira uma fatia desse valor, geralmente 85% das vendas totais, deixando U$750 mil para os artistas.
Mas antes dos artistas receberem esse dinheiro, a gravadora retira o valor dado de entrada (U$250 mil).
Além disso, a gravadora retira outros valores como:
Custos de gravação (U$300 mil);
Custos para videoclipes (U$300 mil);
Suporte para tours (U$250 mil);
Isso deixa a banda com um débito de U$425 mil dólares com a gravadora.
E esse valor é carregado para o próximo álbum. E depois para o próximo, e o próximo, e o próximo.
Outros itens escondidos que os contratos incluem são:
Custos com embalagem, que tomam cerca de 25% do artista. Conhecidos como royalties pagos pelas ‘caras’ embalagens de CD e arte. Esse custo também é adicionado ao empacotamento de arquivos digitais, onde embalagens não existem.
10% dos custos vão para custos de materiais quebrados durante envios. Esse custo começou na era dos vinis e continuou quando os CDs os substituíram.
E ainda é aplicado a downloads digitais.
Os 10% de dedução com itens gratuitos é um sistema antiquado onde compradores adquirem 100 álbuns, mas são dados 10 itens sem custo. Como os artistas somente são pagos com itens vendidos, eles não são compensados por isso.
Essa prática ainda existe mesmo num mercado dominado por mídias digitais. Artistas geram tanto dinheiro para tantas pessoas que nem fazem parte do processo de criação.
Video original em inglês:




Fonte: Blog Verdade Mística: Porque não assinar com uma gravadora http://whiplash.net/materias/opinioes/195091.html#.UsnDpNJDsSU#ixzz2pYiQZyiu

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Guitarra Mitos.

                         Guitarra os Mitos:  

1- E verdade que quando mais pedaços de madeira uma guitarra tem pior e o som? :
Mentira: As Gibson, Fender e outras marcas antigamente costumavam ser feitas com três pedaços de mogno ou mais, isso só vai diminuir o sustain da guitarra. Mas e a magia das Gibson e Fender ? Se dá pela qualidade da madeira da guitarra no caso das Gibson e recolhido o melhor mogno para as custom shop e outro razoável para os demais modelos, isso acontece em outras marcas de guitarras também.

2- Existe melhor guitarra? :
Não: Cada guitarra se adapta melhor ao seu estilo, se você comprar uma Fender e achar que ela e " a guitarra " ela e a melhor do mundo pra você, no mesmo caso uma tonante se curtir o som ela vai ser a melhor guitarra do mundo, basta gostar do som, pesquise antes de comprar um instrumento.

3- Eu quero tirar o som do Slash com esse equipo eu consigo? :
Depende: Se você tem um amplificador e uma guitarra baratos nunca vai conseguir chegar perto do som do slash ou outro guitarrista que goste, o equipo não vai fazer milagres, agora com um Marshal AFD e uma Gibson Les Paul a coisa e outra, e detalhe mesmo com os melhores equipamentos disponíveis tem que saber regular o amp como o ganho, o volume e tone da guitarra, não e só plugar e sair tocando.
Acredite encontra-se muito timbre um tone de uma guitarra de respeito.
OBS: não gosto do Slash só citei porque ele e modinha.

4 - Um cabo mais caro e melhor? :
Sim: Já deve saber disso, um cabo com custo alto e produzido com peças e mão de obra de maior qualidade do que outro de baixo custo nota-se quando liga ao amplificador com um cabo barato o ruído vai ser insuportável dependendo do amp e da guitarra que você usa, já com um cabo de qualidade poderá extrair um timbre melhor.

5- Qualquer um pode aprender a tocar guitarra:

Sim: E verdade que muitos já nascem ou tem uma dificuldade menor do que os outros, mas todos que querem e se persistir um dia aprenderão a tocar. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Os Melhores de 2013.


 O ano chega ao fim e vou listar quais foram os equipos mais acessíveis desse ano, se bem que a palavra "BRASIL" e "ACESSÍVEIS" não se Casam bem.
Se você deseja comprar algum desses equipos ainda dá tempo o ano não terminou.


Amplificadores:

Como sempre nenhum amp importado vale o que cobram aqui no Brasil, por isso estou dando importância as marcas nacionais.

Pedrone pegasus 18 +:



Por o baixo preço e pelas boas especificações este e o amp do ano, ele tem 2 canais que são os Plexi , e JCM da lendária marca Marshal, com 2 válvulas EL84 e 4 válvulas 12AXTWA ambas da Sovtek.
A conclusão e que se consegue chegar perto de um timbre de um Marshall com esse amp.


http://www.pedroneshop.com/pegasus18.html#

Guitarras:

Les Paul:

Vintage AFD paradise:



Muito se falou dessa guitarra nesse ano, e de tanto se falar o preço aumentou muito, talvez em 2014 já esteja nos R$: 2,500.
Como um les paul de verdade tem corpo e braço em mogno( não e chinês)  ferragens e tarraxas wilkinson, captadores em alnico V, certamente venceu a disputa com as epiphone.

Stratocaster:

Vintage VM6R:



Não tão popular como a Paradise e por não ser tão popular o preço e outro muito mais em conta, as ferragens são todas da wilkinson como todas as guitarras da vintage ,e o corpo e em alder.


Fender RoadHouse:
Guitarra Fender Deluxe Roadhouse Stratocaster Vintage White
Já para aqueles que procuram uma fender esta e uma boa opção com as caracteristicas classicas de uma fender e captadores Texas special por um preço legal.

SG:

Vintage VS6:

Umas das melhores SG custo X beneficio disponíveis no mercado, você decide qual compra a vintage ou a epiphone.

Telecaster:


Vintage V62: 



Corpo em alder americano e ferragens wilkinson, realmente não sei se o alder e americano mas se for e melhor que as tele da squier.


Corpo em alder americano e ferragens wilkinson, realmente não sei se o alder e americano mas se for e melhor que as tele da squier.



Pedais:

Gritto:

Uma marca Brasileira com ótimos pedais, variados preços, o design dos pedais são surpreendentes.


Captadores:



Malagoli:


Captadores que se assemelham as marcas gingas com uma ótima qualidade de som e de construção consulte o site para ver os modelos disponíveis.



Cabos e  Acessórios:


Santo Angelo:


Uma empresa que cresce cada vez mais na produção de equipamentos musicais, os cabos hoje são de qualidade não são como antigamente e por um preço justo.
A unica coisa que não e boa são são captadores.

http://www.santoangelo.com.br/

Melhor blog:

Louco Por Guitarra :















Um blog que contem assuntos essenciais sobre guitarra, postagens bem feitas detalhando os diferentes assuntos sobre guitarras e seus afins.



Melhor Fórum

Cifra Club:

Para quem quer tirar suas duvidas sobre instrumentos e só visitar esse fórum.

Pessoas prontas para ajudar iniciantes e profissionais.

http://forum.cifraclub.com.br

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Fones de Ouvido: a história da reprodução musical

Surpreendentemente, nem todo mundo quer ouvir a música que você gosta. Elas podem perder a concentração e se irritar. O mesmo deve acontecer com você em relação ao gosto musical alheio por vezes. Por essas e muitas outras razões, os fones de ouvido são uma necessidade imperativa em nosso mundo. Muito tempo antes de Steve Jobs produzir earbuds brancos e Dr. Dre entrar no jogo, as pessoas já surravam seus canais auditivos. O texto abaixo explica, cronologicamente, como tudo aconteceu.
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1881 – Muito antes do MP3, dubstep e contas no Spotify, os fones de ouvido tinham muito pouco a ver com música. Nos anos 1880, os primeiros fones de ouvido [ou pelo menos seus ancestrais mais antigos] eram usados por telefonistas. Tratava-sede apenas uma saída, monaural, que se apoiava no ombro do usuário e pesava mais de 5 quilos [meio tipo que como se você colocasse um rádio grande no seu ombro].
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1895 – Graças ao sistema Electrophone, em 1895 as pessoas começaram a poder ouvir ao som insano de seus teatros de ópera locais do aconchego de seus lares. Assinantes desse caro serviço ouviam, através de fones que mais pareciam estetoscópios, à música que pessoas bastante corpulentas faziam em um palco a quilômetros de suas casas.
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1910 – Nathaniel Baldwin começou a fabricar o primeiro fone de ouvido moderno. Ele os produziu em sua cozinha e os vendeu todos para a marinha dos EUA. Essa foi a primeira vez em que um par de latas pareceu com algo que você vê hoje. Baldwin nunca os patenteou, contudo.
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1937 – O modelo DT-48 da Beyerdynamic tornou-se o primeiro fone de ouvido dinâmico a chegar ao mercado. Apesar de ele ter saído algumas décadas antes dos fones eletroestáticos surgirem, esse foi um enorme salto à frente na evolução do invento. Os fones de ouvido dinâmicos são, até hoje, o tipo mais popular do mercado.
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1949 – Concentrando-se no design, a AKG produziu seu primeiro par de fones de ouvido, o K120. Se eles voltassem a ser fabricados hoje, eles ainda venderiam muito bem. Esse modelo, assim com outros mais populares que o seguiram, foram o suficiente para fazer com que a AKG se desligasse do ramo de equipamento foto-cinematográfico e se focasse apenas no áudio.
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1958 – John C. Koss mudou o conceito de fones de ouvido de um modo que deixaria Dr. Dre com inveja. Em 1958, Koss criou os primeiros fones de ouvido estéreo [os Koss SP-3] e deslanchou um assalto aos canais auditivos da população. Ao longo das décadas seguintes, Koss dominaria a indústria de fones de ouvido, e ele fez tudo isso sem jamais ter pisado em uma faculdade.
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1959 – Em uma exposição em Tóquio, a Stax estreou o primeiro par de fones de ouvidos eletrostáticos do mundo. O modelo SR-1 começaria a ser produzido em massa um ano depois. Eles são extremamente raros hoje em dia, assim como um usuário de fones do presente que não sofra de perda auditiva.
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1968 – Uma década depois de apresentar o primeiro fone de ouvido estéreo, a Koss lançou o primeiro modelo eletrostático fabricado nos EUA. O modelo ESP-6 pesava cerca de 3 quilos, ou seja, não era como usar um par de earbuds, mas eram um enorme avanço se comparados às estrovengas criadas um século antes.
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1979 – Se você tivesse que escolher o acontecimento mais importante na história dos fones de ouvido, seria difícil bater o lançamento do Walkman da Sony. De repente, os fones de ouvido tinham que ser portáteis. Inclusos com a compra do primeiro Walkman estavam os fones MDL-3L2 e tudo que você precisava para andar por aí ouvindo seu cassete de “London Calling” estava ali.
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Anos 80 – Para o homem que não queria estragar seu penteado com o fone, os anos 80 ofereceram a primeira solução. Tanto o earbud como o fone ‘in-ear’ entraram em cena nos anos 80, apesar de não alcançarem seu pico de popularidade até que Steven Paul Jobs pusesse a indústria de cabeça pra baixo anos depois.
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1997 – Se você quisesse deixar seu cabelo impecável, mas também odiasse o fato de os earbuds não conseguiram isolar totalmente o som, a Sony achou que você poderia gostar de um par de fones que se apoiava na nuca. Não vingou.
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2000 – Bebês chorando e pessoas roncando alto finalmente acharam um adversário à altura quando a Bose concebeu a linha QuietComfort. Apesar de pilotos de avião já usarem tecnologia de cancelamento de ruído fazia décadas, agora os passageiros também podiam usufruir de considerável conforto em voos barulhentos [ou em frente da TV com uma esposa falante demais].
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2001 – O iPod mudou todo o universo da música. Tornou-se comum ver várias vezes por dia pessoas com um fio branco saindo de seus bolsos e indo até seus ouvidos. Desde seu surgimento em 2001 até hoje, mais de 300 milhões de iPods já foram vendidos com seus respectivos pares de earbuds.
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2008 – O rapper Dr. Dre e Jimmy Lovine juntaram forças, e junto com a Monster, criaram o modelo Beats By Dre. Desenhados para reforçar as frequências graves e com qualidade de áudio otimizada [não que essa última tenha sido necessariamente atingida]. A linha Beats logo abocanhou uma grande fatia do mercado e agora aparece nos ouvidos de quase todo jogador da NBA quando eles saem do ônibus em direção ao vestiário.
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2012 – Fones de ouvido adquiriram contornos de estilo e moda tanto quando de qualidade de som. Isso ficou bastante evidente quando Lil Wayne apareceu trajando esse par de Beats de 1 milhão de dólares.


Fonte: Fones de Ouvido: a história da reprodução musical introspectiva http://whiplash.net/materias/curiosidades/192728.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook#ixzz2lPrhyZP2

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Popularidade ou Qualidade?

Popularidade ou Qualidade? Eis a questão


Qualidade,Qualidade,Qualidade....nunca compre uma guitarra pela popularidade isso vai te trazer prejuízos futuros.

menor post desse blog.

Mas compre pela qualidade nunca pela popularidade, para de ser piolho.

sábado, 9 de novembro de 2013

Marca de guitarras fantásticas, que provavelmente você nunca ouviu falar !

Quando se fala e uma guitarra extremamente linda e bem feita o que vem na sua cabeça são as Gibson ou as Fender custom shop, mas vou listar aqui algumas marcas de guitarras espalhadas ao redor do mundo que não ficam atras de Gibson e Fender.

Pensa:







 Ficaram famosas nas mãos do guitarrista do Dire Straits, Mark Knopfler, são guitarras  custom shop de 6 mil dólares para cima,  feita nos Estados Unidos, Rudy Pensa foi o fundador da marca ele começou a construir guitarras e abriu a loja de guitarra Rudy´s music onde la vendeu as guitarras da Pensa e começou a fazer sucesso entre conceituados guitarristas, todas as guitarras são feitas de modo artesanal.
  E para você morrer de uma G.A.S vou disponibilizar o site e o facebook da marca com fotos de várias guitarras fodas:



Suhr:



 Essa já e um pouco conhecida aqui no Brasil, não sei se repararam  mas o modelo e até o headstock e bem parecido com as guitarras da Pensa, e porque John Suhr fundador da Suhr, junto com Rudy Pensa, fundaram a que antes da saida de John Shur se chamava "Pensa-Suhr", John saiu da Pensa e 1990 indo para a Fender custom shop onde se tornou um reconhecido luthier, logo depois ele fundou a sua própria marca de guitarras "Suhr" junto com Steve Smith.




Vigier:

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Marca de guitarra Francesa, famosa por ter a guitarra fretless(sem trastes).
Fundada em 1980 por Patricie Vigier, a madeira das guitarras ficam sendo secas por um período de 3 anos, são também guitarras custom shop.





Charvel:


 Talvez você já conhece a americana charvel, pertence a fender hoje, a marca foi fundada por Wayne Charvel em 1974 no ano de 1978 Wayne Charvel vendeu sua marca para Grover Jackson, quando Grover J. construiu a flying v signature de Randy Rhoads, fundou a marca de guitarras jackson, posteriormente ele vendou a marca Charvel para a IMC (International Music Corporation) , que foram feitas exclusivamente no japão durante os anos de 1986 e 1991.
 Em 2002 foi comprada pela fender e a marca entrou em uma reformulação completa permanecendo até hoje sob os cuidados da fender.



Heritage:

H 150 VSB

H 157 ANT

Utilizados por artistas como Gary Moore e Alvin Lee, a Heritage e uma fabrica de guitarras americana.
 A historia da marca e bem interessante, foi fundada por ex funcionários da gibson, quando a gibson fechou sua fabrica em Kalamazoo, Michigan os funcionários não queria deixar de morar nas suas casas nesse lugar, decidiram fundar uma nova marca de guitarras.
Hoje a empresa faz guitarras de botique com o mesmo nível ou até melhor que as gibson e PRS que são suas  concorrentes nos EUA.



Music Maker





Marca brasileira de guitarras, Les paul e stratos fantásticas, visitem o site da marca e vejam: